Fechamento de câmbio: fatores que drenam seu dinheiro e como contorná-los

Fechamento de câmbio: fatores que drenam seu dinheiro e como contorná-los

Transações internacionais envolvem um fator crítico: o fechamento de câmbio. Pode parecer apenas um detalhe operacional, mas não se engane.

A taxa escolhida pode impactar diretamente seus custos e lucros. Se você não controla esse fator, ele controla você. E se você ainda acredita que basta fechar câmbio com seu banco tradicional sem questionar, talvez esteja jogando dinheiro fora.

Para não cair nessa armadilha, é essencial entender como funcionam as cotações, o que influencia o mercado e como otimizar suas operações.

Hoje, vamos falar mais sobre esse ponto e lhe mostrar como extrair o melhor das taxas de câmbio.

Confira!

O que é o fechamento de câmbio e por que ele pode drenar seu dinheiro?

O fechamento de câmbio é o momento em que sua moeda local é convertida para outra moeda para viabilizar uma transação internacional. 

Simples? Em teoria, de fato, é. Mas, na realidade, o valor que você paga pode variar drasticamente dependendo do momento, do intermediário e da estratégia usada.

Bancos tradicionais, por exemplo, costumam cobrar spreads mais altos, muitas vezes sem transparência.

Por outro lado, corretoras especializadas e fintechs oferecem condições melhores, mas isso não significa que qualquer uma delas seja automaticamente vantajosa.

A diferença está em entender o que influencia a taxa no momento do fechamento.

O que nos leva ao próximo tópico.

Fatores que movimentam a taxa de câmbio

Você já deve ter percebido que a taxa de câmbio muda o tempo todo. Mas por quê? A verdade é que são muitos fatores envolvidos. Dentre os principais:

Decisões de Bancos Centrais: o que não te contam

Os bancos centrais têm papel direto na taxa de câmbio. Quando o Federal Reserve (FED) dos EUA sobe os juros, o dólar se valoriza, encarecendo o fechamento de câmbio para brasileiros. Isso aconteceu entre 2023 e 2024, quando a política monetária restritiva do Fed fortaleceu o dólar.

Nesse sentido, o Banco Central do Brasil também influencia com decisões sobre a Selic. De forma resumida, é assim: a cada 45 dias, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil decide o rumo da taxa Selic, a taxa básica de juros do país.

Isso só é feito depois de uma análise minuciosa do cenário econômico, considerando inflação, crescimento, riscos e expectativas do mercado.

Com base nesses fatores, os membros do Copom votam e definem a nova meta da Selic. Para garantir que essa meta se mantenha na prática, o Banco Central ajusta a liquidez do mercado, comprando ou vendendo títulos públicos.

Então, essa decisão impacta diretamente o crédito, o consumo, os investimentos e até a cotação do real. Afinal, quando a Selic sobe, o dinheiro fica mais caro e freia a economia. Quando cai, estimula o consumo e os negócios, mas pode pressionar a inflação.

Portanto, se você ignora essas movimentações, pode acabar fechando o câmbio no pior momento.

Inflação e política monetária: o fantasma da desvalorização

Em resumo, moedas de países com alta inflação tendem a perder valor.

Por exemplo, quando a inflação argentina fechou o ano de 2023 com 211,4% e o peso despencou.

O Real também é vulnerável, então, a taxa de câmbio reflete não só a economia global, mas também a política interna.

Só para dar mais um exemplo, no final de 2024, o Brasil estourou a meta de inflação, atingindo os 4,83%. O resultado? Observamos a maior desvalorização da moeda brasileira desde 2020.

E, claro, a taxa de câmbio oscilou bastante nesse meio tempo. São cenários que fazem toda a diferença na sua decisão de quando fazer o fechamento de câmbio ou esperar o momento mais oportuno.

Eventos geopolíticos: a economia mundial em jogo

Não só a política interna e a externa impactam as relações monetárias. Conflitos como a guerra na Ucrânia impactam diretamente o mercado cambial ao aumentar a busca pelo dólar como ativo seguro.

Além disso, as eleições presidenciais nos EUA também costumam impulsionar a volatilidade do mercado. Afinal, estamos falando da maior economia global. Dependendo do contexto econômico, algumas moedas podem ser mais ou menos impactadas. Como foi o caso do Peso mexicano e do Euro durante a disputa entre Trump e Harris.

Oferta e demanda: o poder do consumo

Se mais pessoas e empresas querem dólares, ele sobe. Se menos quiserem, ele cai.  É assim que, em momentos de crise econômica, empresas buscam segurança no dólar, pressionando a cotação para cima.

Portanto, monitorar esses movimentos ajuda a antecipar essas tendências.

Timing da operação: a linha tênue entre ganhar e perder dinheiro

Além dos demais fatores, é importante observar que a taxa de câmbio varia ao longo do dia.

Dessa forma, fechar câmbio no início ou fim do expediente bancário pode impactar a taxa final paga na transação.

É aí que a alternativa de agendamento para aproveitar momentos mais favoráveis pode fazer toda a diferença.

Então fica a dica: procure uma solução de câmbio, como a Pride One, que oferece essa vantagem aos seus clientes.


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Como proteger seu dinheiro da volatilidade cambial

Agora que você entende os fatores que movem o mercado, veja como aplicar esse conhecimento na prática:

Acompanhe as tendências do mercado

Utilize ferramentas como gráficos de câmbio em tempo real ou alertas de cotação para identificar o melhor momento de agir.

Além disso, sites de notícias econômicas, como Bloomberg ou Reuters, também ajudam a prever movimentos baseados em eventos globais.

Planeje-se com antecedência

Se sua transação não é urgente, planeje o fechamento de câmbio para períodos de menor volatilidade.

Por exemplo, evite datas próximas a anúncios de juros ou eleições, que costumam agitar o mercado.

Compare taxas e custos

Nem toda instituição oferece a mesma cotação ou cobra as mesmas tarifas.

Bancos tradicionais podem incluir spreads altos, enquanto empresas especializadas em câmbio, como a Pride One, frequentemente trazem taxas mais competitivas e transparentes.

Considere Contratos de Proteção (Hedge)

Para quem faz transações frequentes, contratos de hedge servem para travar uma taxa e proteger contra variações inesperadas.

É uma estratégia comum entre empresas que lidam com importação, exportação ou investimentos internacionais, como já explicamos em mais detalhes nesse artigo anterior sobre volatilidade cambial.

Como a Pride One pode ajudar nas suas transações cambiais

O mercado cambial pode parecer um labirinto, mas a Pride One simplifica tudo. Por quê somos diferentes?

Explicamos agora!

Agora, é com você…

E aí, vai continuar deixando dinheiro na mesa?

O fechamento de câmbio envolve múltiplos fatores e a escolha de uma solução com as menores taxas tem tudo a ver com isso.

Então, agora que você entende os principais deles e sabe como se proteger, que tal parar de perder dinheiro sem necessidade?

Conte com uma assessoria especializada e otimize suas transações internacionais. Entre em contato agora mesmo com a Pride One e vamos transformar o complexo em uma oportunidade mais inteligente.

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Carlos Augusto
Founder / CEO – Pride One

Liquidity Pools e Yield Farming no DeFi: principais diferenças e aplicações

Liquidity Pools e Yield Farming no DeFi: principais diferenças e aplicações

Imagine um mundo sem bancos, burocracia e intermediários. É assim que o DeFi (finanças descentralizadas) está remodelando o universo das finanças e a forma como o dinheiro circula. Nessa nova realidade, dois conceitos ganham destaque e não devem ser negligenciados: os liquidity pools e o yield farming.

São estratégias que podem ser a diferença entre apenas entrar no mercado ou realmente fazer o seu dinheiro trabalhar por você.

E, claro, se a ideia é pensar grande e operar globalmente, contar com soluções seguras para a movimentação de capital faz toda a diferença.

É aqui que a Pride One entra como sua poderosa aliada, conectando você ao mercado internacional com menos burocracia e mais eficiência.

Então, vamos desbravar mais dessa revolução juntos?

Continue lendo e saiba mais sobre as diferenças entre Liquidity pools e Yield Farming no DeFi e quais os potenciais impactos dessas estratégias nos investimentos.

O crescimento do DeFi

O setor de finanças descentralizadas vem crescendo exponencialmente nos últimos anos. Só para ilustrar, o Total Value Locked (TVL), que mede quanto capital está alocado em protocolos DeFi, saltou de US$ 11 bilhões em 2020 para um pico de US$ 175 bilhões em 2021.

Em dezembro de 2024, o TVL atingiu aproximadamente US$ 130 bilhões, demonstrando a contínua busca por alternativas financeiras mais lucrativas e menos dependentes do sistema bancário tradicional.

O avanço do DeFi no Brasil e o que isso significa para você

Aqui no Brasil, as taxas bancárias e os impostos apertam, mas o mercado cripto está ganhando força. O país já está entre os dez maiores mercados de criptomoedas do mundo, com um volume crescente de investimentos em liquidity pools e yield farming.

A grande questão é: como aproveitar essa revolução sem correr riscos desnecessários?

Parte da resposta está na forma como você movimenta e converte seu dinheiro para acessar mercados internacionais.

E é aí que a Pride One entra com soluções de câmbio inovadoras, proporcionando: taxas competitivas, agilidade e um suporte que simplifica suas operações globais.

Mas quais as diferenças entre cada investimento?

É o que vamos analisar mais a fundo agora.

O que é um Liquidity Pool?

Imagine um mercado onde ninguém quer vender ou comprar. Travado, certo? Os liquidity pools resolvem esse problema ao criar reservas de tokens que garantem que as negociações fluam sem precisar de um vendedor do outro lado.

Basicamente, você empresta seus tokens para um pool e, em troca, recebe uma fatia das taxas de negociação.

É como ser um sócio invisível de uma corretora, ganhando sempre que alguém troca ativos.

O risco que ninguém te conta

Antes de sair despejando criptoativos em qualquer pool, entenda o impermanent loss.

Se um dos tokens do par se valorizar muito, você pode acabar perdendo mais do que ganharia só segurando os ativos na carteira.

Parece contraintuitivo?

Sim, mas faz parte do jogo. Por isso, escolher pares de tokens estáveis pode ser uma estratégia mais segura.


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E o Yield Farming?

Se liquidity pools são sobre garantir que o mercado funcione, o yield farming é sobre maximizar ganhos.

Aqui, você não apenas fornece liquidez, mas também realoca ativos constantemente para obter os melhores retornos possíveis.

É como um investidor arrojado que está sempre de olho na melhor oportunidade.

A promessa de lucros altos vem com riscos

A recompensa pode ser alta, mas há riscos. O yield farming envolve volatilidade extrema, falhas em contratos inteligentes e até ataques hackers.

Se você não entende o que está fazendo, pode acabar com grandes perdas.

Em todo caso, o mais sensato é buscar compreender os fundamentos de cada estratégia, começar com investimentos menores e só depois avaliar o quanto você está disposto a crescer em cada uma delas.

Comparativo rápido entre Liquidity Pool vs. Yield Farming

 Variável Liquidity PoolYield Farming
ObjetivoGarantir liquidez para transaçõesMaximizar ganhos com recompensas
RiscoImpermanent lossVolatilidade e falhas em contratos inteligentes
RentabilidadeModerada, baseada em taxas de negociaçãoAlta, mas com maior risco

Perceba então que a questão não é sobre escolher um ou outro, mas entender qual estratégia faz mais sentido para você.

Como sempre gostamos de enfatizar aqui no blog, diversificação é fundamental para a sustentabilidade de qualquer portfólio. Aqui, não é diferente.

O futuro do DeFi

O DeFi pode estar longe de ser um hype passageiro. Ele já está mudando o mercado financeiro e criando oportunidades para quem sabe enxergar além do óbvio.

Mas navegar nesse universo exige planejamento, estratégia e acesso a movimentações financeiras internacionais eficientes.

Por que pensar globalmente?

Se você está no jogo cripto, já percebeu que as melhores oportunidades estão além das fronteiras.

Os ganhos mais expressivos acontecem em mercados globais, mas operar internacionalmente exige que suas transações sejam feitas de forma rápida, segura e sem perder dinheiro com conversões ruins.

Como a Pride One pode ser sua aliada nessa jornada

Com as soluções da Pride One, você tem acesso a:

Afinal, vamos combinar: entrar no DeFi é mais do que apenas comprar tokens e esperar que valorizem. Compreender liquidity pools e yield farming permite que você aproveite o mercado ao máximo, mas isso só faz sentido se sua estratégia for bem executada.

Portanto, aproveitar oportunidades internacionais com segurança e inteligência é o diferencial de quem pensa à frente.

E com a Pride One, você tem suporte especializado para operar globalmente, sem amarras e sem perder dinheiro com taxas desnecessárias.

O futuro da sua liberdade financeira começa agora.

E você, já está pronto para pensar além?

#eusouprideone #iamprideone

Carlos Augusto
Founder / CEO – Pride One

DeFi: o que é e quais seus riscos para as suas finanças

DeFi: o que é e quais seus riscos para as suas finanças

Nos últimos anos, o mercado financeiro passou por transformações significativas impulsionadas pela tecnologia. Um dos conceitos mais revolucionários é o DeFi (Decentralized Finance), ou Finanças Descentralizadas.

Uma inovação que pode redefinir a forma como você gerencia seu dinheiro, desde que você se atente a evitar os principais riscos envolvidos.

Como essa solução funciona na prática?

É isso que vamos analisar juntos neste artigo.

Vamos em frente!

O que é DeFi?

Traduzido como Finança Descentralizada, DeFi é um ecossistema de serviços financeiros que utiliza blockchain para eliminar intermediários tradicionais, como bancos.

Aqui, as transações são validadas por contratos inteligentes (smart contracts), aumentando a segurança, transparência e acessibilidade do sistema.

Principais benefícios

Um dos maiores atrativos do DeFi é a sua acessibilidade global. Diferente do sistema financeiro tradicional, onde é necessário comprovar renda, ter um bom histórico de crédito ou enfrentar burocracias intermináveis, nele, basta ter acesso à internet para começar. Isso democratiza o acesso a serviços financeiros e possibilita a inclusão de milhões de pessoas ao redor do mundo.

Além disso, os custos reduzidos são uma grande vantagem. Como não há intermediários – como bancos e corretoras – as taxas de transação costumam ser muito menores, o que significa mais dinheiro no seu bolso e menos taxas ocultas.

Outro ponto crucial é a autonomia financeira. No sistema tradicional, o seu dinheiro pode estar sujeito a restrições bancárias, limitações de saques ou até bloqueios inesperados. No DeFi, você tem controle total sobre seus ativos, podendo movimentá-los e utilizá-los quando e como quiser, sem precisar da permissão de terceiros.

Por fim, há a vantagem da total transparência. Afinal, todas as transações são registradas em um blockchain público, o que impede manipulações, fraudes e operações obscuras.

Diferentemente dos bancos, onde os processos são fechados e sujeitos a decisões internas, nas Finanças Descentralizadas, qualquer pessoa pode auditar e verificar as transações, garantindo mais segurança e confiança no sistema.

Como funciona

O DeFi usa tecnologia blockchain para rodar seus serviços financeiros de forma automatizada, por meio de contratos inteligentes. Isso permite transações rápidas e seguras, sem necessidade de terceiros.

Principais componentes:


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Vantagens do DeFi

Uma das principais vantagens é a diversificação, já que o acesso a um leque mais amplo de ativos digitais permite distribuir melhor os investimentos e reduzir riscos.

Outro ponto positivo é a possibilidade de gerar renda passiva. Estratégias como staking e yield farming possibilitam que os investidores obtenham retornos sem precisar vender seus ativos, maximizando ganhos ao longo do tempo.

A liquidez imediata também é um ponto forte aqui. Diferente dos mercados tradicionais, onde transações podem levar dias para serem processadas, com a descentralização, os ativos podem ser movimentados rapidamente, garantindo maior agilidade nas operações financeiras.

Além disso, pode servir como uma ferramenta de proteção contra a inflação. Algumas criptomoedas possuem um fornecimento limitado ou estão atreladas a ativos estáveis, funcionando como uma reserva de valor diante da desvalorização das moedas fiduciárias.

Quais os riscos do DeFi

Apesar das vantagens, há riscos envolvidos. Então, para evitar armadilhas, fique atento a:

Dicas para minimizar os riscos

O primeiro passo é utilizar plataformas confiáveis e amplamente avaliadas pela comunidade. Antes de depositar seus fundos, pesquise sobre a reputação da plataforma, verifique se ela passou por auditorias de segurança e acompanhe relatos de usuários para identificar possíveis vulnerabilidades.

Além disso, a diversificação dos investimentos é uma estratégia essencial para mitigar riscos. Nesse sentido, reside aqui a máxima de que cada ativo possui diferentes níveis de volatilidade e segurança. Portanto, ao distribuir seus investimentos entre várias plataformas e tipos de ativos, como stablecoins, tokens de governança e pools de liquidez, você reduz a exposição a perdas significativas caso um único ativo ou plataforma enfrente problemas.

Por fim, vale a regra de não investir mais do que está disposto a perder.

Até porque o mercado é dinâmico e repleto de oportunidades, mas com riscos inerentes. Dentre eles, só para exemplificar, existem falhas em contratos inteligentes, mudanças regulatórias inesperadas e ataques hackers.

Manter uma gestão financeira prudente e sempre realizar testes com valores menores antes de grandes aportes pode evitar perdas irreversíveis e garantir uma experiência mais segura nesse ecossistema inovador.

Como começar no DeFi?

Gostou do que leu até aqui e quer desenvolver sua própria estratégia? Os próximos passos podem te ajudar a dar o pontapé inicial na sua jornada.

Mas lembre-se: esse conteúdo tem função apenas informativa e cabe a você decidir o rumo dos seus investimentos, combinado?

Disclaimer feito, vamos às dicas!

1. Escolha de uma carteira digital confiável

Uma wallet é essencial para armazenar suas criptomoedas. Algumas opções populares:

2. Aquisição de criptomoedas

Vale pesquisar por criptomoedas em exchanges seguras, como:

Depois, basta transferir os ativos para sua carteira.

3. Uso de plataformas DeFi

Pesquise as melhores opções para seus objetivos. Alguns exemplos são:

4. Cautela

Antes de aplicar grandes valores, teste com quantias menores e estude cada plataforma.

Casos de uso reais do DeFi

Só para ilustrar, protocolos como MakerDAO utilizam ativos reais como garantia, como títulos do Tesouro Americano. Além disso, empresas como a Agrotoken tokenizam commodities, permitindo acesso a crédito de forma simplificada.

Outras aplicações incluem empréstimos lastreados em ativos reais e pagamentos internacionais otimizados com criptomoedas.

Enfim, o mercado de DeFi está apenas no começo de sua jornada. Com a adoção crescente da tecnologia blockchain, novas soluções estão sendo desenvolvidas para aumentar a acessibilidade e a segurança do setor.

No entanto, sua evolução dependerá de avanços tecnológicos e de regulamentações que garantam mais proteção e transparência para os usuários.

Apesar dos desafios, esta é uma inovação capaz de transformar o sistema financeiro, permitindo maior autonomia, eficiência e oportunidades para investidores e instituições ao redor do mundo.

E você, gostou da leitura?

Compartilhe e deixe suas impressões sobre o assunto aqui nos comentários.

Até a próxima!

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Carlos Augusto
Founder / CEO – Pride One

Maximize seus Ganhos: Descubra as Melhores Métricas para Investimentos em REIT

Maximize seus Ganhos: Descubra as Melhores Métricas para Investimentos em REIT

Investir em imóveis é uma maneira popular de diversificar um portfólio e garantir fluxos de renda estáveis. Entre as opções de investimento imobiliário, os REITs têm ganhado destaque. No entanto, para obter sucesso nesse campo, é crucial entender as métricas que guiam a avaliação dos REITs. Este artigo explora em detalhes as métricas mais importantes para investir com sabedoria em REITs e como elas podem afetar seus retornos.

1. O Conceito de REITs

Os REITs (Real Estate Investment Trust) são veículos de investimento que permitem que os investidores acessem o mercado imobiliário sem a necessidade de adquirir propriedades físicas. Eles oferecem dividendos atraentes e são obrigados por lei a distribuir a maior parte de sua renda aos acionistas.

2. Rendimento por Dividendo (Dividend Yield)

O rendimento por dividendo é uma métrica essencial para avaliar o potencial de renda de um REIT. Ele é calculado dividindo o dividendo anual pelo preço atual da ação. Um rendimento por dividendo estável e acima da média do mercado indica um fluxo de renda constante.

3. Fundo de Operações (FFO) por Ação

O FFO por ação é um indicador-chave da saúde financeira de um REIT. Ele representa a receita gerada pelas operações imobiliárias, descontando as despesas de manutenção. Um FFO crescente indica que o REIT está gerando mais dinheiro de suas propriedades, o que pode resultar em dividendos mais altos.

4. Cobertura de Dividendos

A cobertura de dividendos compara o FFO aos dividendos distribuídos aos acionistas. Uma cobertura saudável significa que o REIT está gerando dinheiro suficiente para pagar os dividendos. Uma cobertura baixa pode indicar que os dividendos são insustentáveis no longo prazo.

5. Rácio de Despesas

O rácio de despesas revela quanto do FFO é consumido pelas despesas operacionais e administrativas. Um rácio menor é preferível, pois mais dinheiro está sendo direcionado para dividendos e potencial crescimento.

6. Crescimento dos Dividendos

Investidores muitas vezes procuram REITs com histórico consistente de crescimento de dividendos ao longo do tempo. Isso indica que o REIT está gerando mais receita e pode ser um sinal de estabilidade financeira.

7. Valor Patrimonial Líquido (NAV)

O NAV é o valor líquido dos ativos do REIT, incluindo propriedades e investimentos, menos suas obrigações. Um REIT negociando abaixo do NAV pode ser uma oportunidade, enquanto acima do NAV pode indicar sobrevalorização.

8. Retorno Total ao Acionista (TSR)

O TSR considera tanto os ganhos de capital quanto os dividendos ao avaliar o desempenho do investimento ao longo do tempo. Um TSR sólido é indicativo de um investimento bem-sucedido.

9. Dívida e Alavancagem

Examinar a estrutura de dívida do REIT é crucial. Muita dívida pode aumentar os riscos, especialmente em mercados voláteis. Uma alavancagem equilibrada é preferível para evitar dificuldades financeiras

10. Taxa de Capitalização (Cap Rate)

A taxa de capitalização mede a taxa de retorno de um investimento imobiliário com base na renda gerada. Ela é calculada dividindo a renda operacional líquida pela valorização do imóvel. Uma taxa de capitalização mais alta pode indicar um potencial maior de lucro.

11. Taxa de Ocupação

A taxa de ocupação indica a proporção de propriedades do REIT que estão alugadas. Uma alta taxa de ocupação sugere demanda sólida e estabilidade nos fluxos de caixa.

12. Índice de Cobertura de Dividendos

Esse índice revela a capacidade de um REIT de cobrir seus pagamentos de dividendos com sua renda operacional. Um índice maior que 1 indica que o REIT está gerando renda suficiente para sustentar seus pagamentos aos acionistas.

12. Crescimento do Valor Patrimonial

O crescimento do valor patrimonial ao longo do tempo é indicativo do desempenho geral de um REIT. Um crescimento constante sugere uma gestão sólida e propriedades valiosas.

14. Localização das Propriedades

A localização das propriedades do REIT desempenha um papel crucial em seu potencial de valorização. Propriedades bem localizadas tendem a atrair inquilinos de qualidade e valorização do imóvel.

15. Especialização do Portfólio

Um portfólio diversificado em diferentes setores imobiliários (residencial, comercial, industrial) pode mitigar riscos e maximizar oportunidades de retorno.


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FAQs

1. Os REITs garantem retornos?

Sim, os REITs geralmente oferecem retornos atraentes por meio de dividendos regulares e potencial de valorização das ações. No entanto, os retornos não são garantidos e dependem do desempenho do mercado imobiliário e das decisões de gestão do REIT.

2. Como os REITs geram renda?

Os REITs geram renda alugando propriedades e recebendo pagamentos de inquilinos. A maior parte dessa renda é distribuída aos acionistas na forma de dividendos.

3. Quais são os riscos associados aos REITs?

Os principais riscos incluem flutuações no mercado imobiliário, taxas de juros, risco de inadimplência dos inquilinos e desempenho da economia em geral.

4. Posso investir em REITs por meio de fundos mútuos?

Sim, muitos fundos mútuos e fundos negociados em bolsa (ETFs) permitem que os investidores acessem uma variedade de REITs em um único investimento.

5. Os REITs são negociados em bolsas de valores?

Sim, a maioria dos REITs é listada em bolsas de valores, permitindo que os investidores comprem e vendam ações facilmente.

6. Como escolher o REIT certo para investir?

Pesquise o histórico de desempenho, avalie as métricas discutidas neste artigo e considere seus objetivos de investimento antes de tomar uma decisão.

Conclusão

Investir em REITs pode ser uma estratégia lucrativa, desde que você entenda as métricas-chave que influenciam seu desempenho. Avaliar o rendimento, a ocupação, a gestão da dívida e outras métricas ajuda a tomar decisões informadas e alcançar retornos consistentes. Lembre-se sempre de pesquisar, diversificar e consultar profissionais financeiros antes de investir em qualquer instrumento financeiro.

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Carlos Augusto
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Maiores Investidores Americanos na Bolsa de Valores: Descubra os Gigantes do Mercado Financeiro

Maiores Investidores Americanos na Bolsa de Valores: Descubra os Gigantes do Mercado Financeiro

A bolsa de valores é um ambiente dinâmico e cheio de oportunidades, onde investidores de todo o mundo se envolvem em transações diárias, comprando e vendendo ações das empresas listadas.

Nos Estados Unidos, lar do maior mercado de ações do mundo, existem alguns investidores notáveis que se destacam pela sua expertise, influência e histórico de sucesso.

Neste artigo, vamos explorar os maiores investidores americanos na bolsa de valores e descobrir como eles moldaram o mercado financeiro ao longo dos anos.

Maiores Investidores Americanos na Bolsa de Valores

A bolsa de valores dos Estados Unidos atrai uma variedade de investidores talentosos e astutos. Esses investidores dominam os mercados, tomando decisões estratégicas que impactam diretamente o desempenho das empresas e a economia em geral. Aqui estão alguns dos maiores investidores americanos que deixaram uma marca indelével na bolsa de valores.

1. Warren Buffett: O Oráculo de Omaha

Warren Buffett, o lendário investidor e filantropo, é conhecido como "O Oráculo de Omaha" por sua habilidade em tomar decisões sábias de investimento. Com uma abordagem de longo prazo e foco em empresas subvalorizadas, Buffett construiu um império financeiro através de sua empresa Berkshire Hathaway. Seus investimentos incluem empresas de renome como Coca-Cola, Apple e American Express.

2. Peter Lynch: O Mestre dos Investimentos em Ações

Peter Lynch é considerado um dos maiores gestores de fundos de investimento de todos os tempos. Ele alcançou sucesso notável como gerente do fundo Magellan da Fidelity Investments, entregando retornos extraordinários aos investidores. Lynch é famoso por sua estratégia de investimento baseada em observar empresas do dia a dia e investir em ações de empresas que ele conhece e entende.

3. Carl Icahn: O Investidor Ativista

Carl Icahn é um investidor ativista conhecido por sua abordagem agressiva de investimento. Ele adquire participações em empresas e busca influenciar a gestão para impulsionar o valor dos acionistas. Icahn é famoso por seu envolvimento em empresas como Apple, eBay e Netflix. Seu estilo de investimento tem sido controverso, mas também gerou lucros substanciais ao longo dos anos.

4. George Soros: O Magnata da Moeda

George Soros é um investidor famoso por sua habilidade em especular nos mercados de câmbio. Ele ganhou notoriedade em 1992, quando lucrou bilhões de dólares ao apostar contra a libra esterlina. Soros é um defensor da teoria da "reflexividade" nos mercados financeiros e tem uma visão de longo prazo para seus investimentos.

5. Ray Dalio: O Rei dos Fundos de Hedge

Ray Dalio é o fundador da Bridgewater Associates, um dos maiores fundos de hedge do mundo. Dalio é conhecido por sua abordagem sistemática de investimento, usando uma combinação de análise de dados e análise macroeconômica para tomar decisões de investimento informadas. Ele é um defensor da diversificação de portfólio e da gestão de risco.


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Perguntas Frequentes sobre os Maiores Investidores Americanos na Bolsa de Valores

Aqui estão algumas perguntas frequentes sobre os maiores investidores americanos na bolsa de valores:

1. Quais são as estratégias de investimento desses investidores?

Cada investidor tem sua própria estratégia única. Warren Buffett, por exemplo, investe em empresas subvalorizadas com forte vantagem competitiva. Peter Lynch observa as empresas do dia a dia e investe naquelas que ele conhece e entende. Carl Icahn é um investidor ativista que busca influenciar a gestão das empresas em que investe.

2. Como esses investidores afetam o mercado financeiro?

Os investidores de renome podem ter um impacto significativo no mercado financeiro. Suas decisões de investimento podem influenciar o preço das ações, o desempenho das empresas e a confiança dos investidores em geral. Além disso, suas ações podem atrair a atenção da mídia e influenciar as percepções dos investidores em relação às empresas em que investem.

3. Quais são os benefícios de seguir os passos desses investidores?

Seguir os passos dos maiores investidores americanos pode oferecer insights valiosos sobre estratégias de investimento bem-sucedidas. Observar suas escolhas de ações, estratégias de longo prazo e abordagens de gestão de risco pode ajudar os investidores a aprimorar suas próprias habilidades de investimento e tomar decisões mais informadas.

4. Esses investidores sempre têm sucesso?

Embora os maiores investidores americanos tenham um histórico notável de sucesso, é importante lembrar que nem todas as suas decisões de investimento são bem-sucedidas. O investimento em ações sempre envolve algum nível de risco, e mesmo os melhores investidores têm suas perdas. É essencial conduzir pesquisas detalhadas e diversificar o portfólio para mitigar os riscos.

5. Como posso começar a investir como esses investidores?

Começar a investir como os maiores investidores americanos requer pesquisa, educação e paciência. É importante estudar suas estratégias, aprender sobre os mercados financeiros e desenvolver uma abordagem de investimento pessoal. Além disso, trabalhar com um consultor financeiro pode ser uma opção viável para orientação profissional.

6. Existe um investidor mais importante do que os outros?

Cada um dos maiores investidores americanos tem sua própria importância e impacto no mercado financeiro. Não há um único investidor mais importante do que os outros, pois suas abordagens, estratégias e especialidades variam. É valioso estudar vários investidores para obter insights abrangentes sobre o mercado de ações.

Conclusão

Os maiores investidores americanos na bolsa de valores são indivíduos notáveis que moldaram o cenário financeiro e deixaram uma marca indelével na economia. Suas estratégias de investimento, experiência e sabedoria são inestimáveis para investidores em busca de sucesso no mercado de ações. Ao estudar suas abordagens e aprender com seus sucessos e fracassos, os investidores podem fortalecer suas próprias habilidades e se tornarem mais informados e confiantes em suas decisões de investimento.

No mundo complexo dos investimentos, é sempre importante realizar pesquisas adicionais e consultar profissionais financeiros antes de tomar decisões de investimento.

Lembre-se de que o mercado de ações é volátil e sujeito a riscos, e é essencial diversificar seu portfólio e gerenciar seus investimentos com sabedoria.

Acelere o seu conhecimento e resultados

Nós preparamos conteúdos e oferecemos regularmente no blog, são artigos, informações, atualizações e oportunidades relacionadas aos mercados que atuamos.

Este é um pequeno passo para um grande avanço no seu aprendizado em dividendos e crescimento. Assim, você aprende na prática como os experts rumam até a terra prometida da renda passiva, riqueza e liberdade financeira.

Desejamos ajudá-lo a entender melhor o mercado de câmbio, remessa e investimento, e tornar-se um investidor experiente.

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Carlos Augusto
Founder / CEO – Pride One

Parcerias de sucesso: o que são, onde habitam e como conquistá-las

Parcerias de sucesso: o que são, onde habitam e como conquistá-las

Parcerias de sucesso são importantes em qualquer modelo de negócio. De fato, só existe solução se há demanda. Por outro lado, a entrega depende não apenas de você, mas também de vários recursos. Sejam eles intelectuais, processuais, jurídicos, financeiros e etc. Enfim, as parcerias são facilitadores de sucesso. Sua empresa pode ir muito mais longe em menos tempo com os parceiros certos.

Afinal, como Sigmund Freud bem disse: “O caráter de um homem é formado pelas pessoas que escolheu para conviver”.

Ou seja, para você alcançar o objetivo que definiu como sucesso, é preciso: 

  1. Se relacionar com pessoas que já o tenham atingido.
  2. Ou estão na direção desse sucesso. 

Assim, você vai poder aprender, se inspirar e bater suas metas com mais eficácia e relevância. Além disso, torna-se mais fácil curtir a jornada até o sucesso que se deseja alcançar

Quer mais motivos para desenvolver parcerias de sucesso para seus negócios? Então, continue lendo no próximo tópico!


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Por que parcerias de sucesso importam?

Antes de tudo, vamos retomar a um caso prático. A crise decorrente da pandemia de Covid-19 reforçou novas formas de relacionamento. Afinal, não conseguimos estar em todos os lugares ao mesmo tempo, certo? 

Porém, a pandemia consolidou aquilo que já era tendência: relações humanas não presenciais de alta qualidade

Dessa maneira, mesmo em meio à crise, novos negócios surgiramDe acordo com o Sebrae, o Brasil apresentou mais de 3 milhões de novas empresas em 2020. Já em 2021, o aumento foi de 19,8%, chegando a quase 4 milhões de novos negócios

Por que isso aconteceu? 

Sem dúvida, com ajuda de soluções tecnológicas

A pandemia acelerou a transformação digital. Ou seja, a forma como entregamos e recebemos valor através de relações comerciais. Ou até mesmo pessoais.

Assim, em primeiro lugar, a tecnologia se tornou uma das principais parcerias de sucesso para qualquer negócio

Não à toa, aproximadamente 60% das empresas investiram em tecnologia durante a pandemia. Dessa forma, em um futuro próximo, todas as empresas serão digitais. Segundo uma matéria da Exame, negócios que se aprimoram digitalmente escalam de forma mais ágil. Além disso, conseguem testar ideias mais rápido. E ainda reformatar modelos de negócio em muito menos tempo. Desse modo, evitam problemas e inovam de forma acelerada. 

Portanto, criar parcerias de sucesso por meio da tecnologia é uma forma de escalar resultados. Podemos estabelecer novos negócios à distância, inclusive em outros países

Então, é possível contar com parceiros que nos dão suporte de qualidade. Assim, essas parcerias podem nos beneficiar com suas habilidades especializadas.

E quando o assunto é a expansão das fronteiras de um negócio este aprendizado é extremamente pertinente. Seja no Brasil, EUA ou qualquer local do mundo. Vejamos mais vantagens a seguir.

Alcance e Visibilidade

Parcerias de sucesso entre duas empresas possibilitam, por exemplo, o intercâmbio de clientes

Dessa maneira, você passará a ser conhecido por clientes que talvez não alcançaria sozinho. Pessoas que nem saberiam da sua existência se não fosse o parceiro em questão. De igual modo, seu parceiro também se beneficia. Ou seja, tem a possibilidade de expandir sua visibilidade para o seu segmento de negócio. As chances de sucesso são então muito significativas.

Produtividade

Em segundo lugar, a produtividade é mais uma vantagem que observamos em parcerias de sucesso. E isso pode ocorrer independentemente de qual seja o seu segmento. 

Algumas tarefas de gestão podem ser compartilhadas ou até mesmo terceirizadas. Por exemplo, consultores financeiros podem complementar seus serviços por parcerias jurídicas internacionais

Assim, oferecem suporte completo sem precisar investir tempo e dinheiro para desenvolver competências fora da sua área.

Otimização dos Negócios

Ainda percebemos a possibilidade de redução de custos e melhor performance através de parcerias de sucesso. 

O alcance também pode ser ampliado com promoções e campanhas especiais, capazes de atrair e fidelizar clientes. Além disso, parcerias de sucesso atraem outros parceiros estratégicos. É assim que se forma uma importante rede de profissionais de alto impacto.

Como fazer parcerias de sucesso?

Antes de mais nada é importante alinhar objetivos e expectativas. Reflita e defina: 

Parceria é uma via de mão dupla. É necessário entregar valor para receber valor. Caso contrário, a relação fica desigual e se perde o propósito.

Sendo assim, o próximo passo é saber escolher suas parcerias. Ou seja, entender quem poderá de fato complementar o seu trabalho. Acima de tudo, é preciso buscar pessoas que tenham sinergia com seus valores.

Por outro lado, parcerias entre segmentos muito distintos podem não trazer o retorno esperado. Isso porque envolvem públicos com diferentes interesses. Assim, o resultado pode ser prejudicado.

Portanto, esteja sincronizado com pessoas e organizações relacionadas ao seu modelo de negócio. Não necessariamente no mesmo segmento, mas em questões complementares ao seu trabalho

Quais são os tipos de parcerias?

Nesse sentido, parcerias de tecnologia são ótimas para qualquer empresa. Além disso, todo negócio precisa aprimorar constantemente seu posicionamento digital a fim de permanecer relevante. Por isso, parcerias de marketing online também são interessantes. Vale a pena também investir em co-marketing, só para exemplificar.

Co-marketing

Consiste na colaboração de duas ou mais empresas para criar campanhas ou ações de marketing. Isso pode ser em relação a um produto, serviço ou mesmo conteúdo específico.

Dessa forma, o objetivo é atingir um público que seja comum aos parceiros. Assim, somam audiência e engajamento de forma estratégica. Ou seja, alcançam um volume muito maior de usuários com interesse semelhante. 

Quando e como fazer co-marketing? 

Quando os negócios reconhecem que possuem um mesmo público, com objetivos e interesses similares. Assim, é possível criar estratégias conjuntas e compartilhar mutuamente seus resultados.

De modo geral, parcerias de sucesso possibilitam o crescimento de ambos os lados. Como a pandemia nos ensinou, até mesmo em meio à crise. Além disso, trata-se de uma oportunidade de desenvolver novas ideias. Sem dúvida, conviver com pessoas com objetivos em comum é uma forma de se aprimorar e facilitar a inovação dos negócios

Coprodução

Logo, essa troca de ideias pode abrir um leque muito maior de oportunidades. Com habilidades e conhecimentos complementares, dois negócios podem se tornar um a fim de criarem juntos um novo produto.

Por exemplo, você pode transformar seu conhecimento em um infoproduto. Assim, contar com uma empresa de marketing digital para operacionalizar a parte técnica que você desconhece. 

Assim, enquanto você fornece o conteúdo, a coprodução cuida das edições, ferramentas e estratégias de vendas online. Nesse tipo de parceria, o produto é propriedade dos dois. Cada um com sua devida participação nas vendas e nos lucros

Distribuição

Esse tipo de parceria é essencial para todo tipo de negócio. Negócios verticalizados, ou seja, que produzem e entregam por conta própria, têm potencial de alcance muito menor. 

Afinal, você não pode estar em todos os lugares ao mesmo tempo, lembra? Por outro lado, contando com distribuidores estratégicos, seus produtos ganham maior visibilidade.

Sem dúvida, é preciso escolher os canais e parceiros que fazem mais sentido para a sua empresa. De igual modo aos exemplos anteriores, é preciso definir objetivos, metas e expectativas em relação a cada canal.

mercado editorial é um bom exemplo nesse sentido. As editoras ampliam suas vendas com sua rede de livrarias parceiras. Agora mais do que nunca, com marketplaces e e-commerces parceiros. Claro que elas ainda podem desenvolver ações próprias de vendas. Mas, se ficar só nelas, o público alcançado será sem dúvida muito menor.

Outro exemplo fácil de entender é do segmento hoteleiro. Em quantos sites você pode encontrar o mesmo quarto de hotel sendo ofertado de diferentes formas? No final do processo de compra você até pode escolher comprar direto do hotel. Mas, geralmente, são pelos sites de viagens e motores de busca que você os encontra primeiro. Caso a hospedagem não contasse com esse processo de distribuição, talvez, nunca fosse encontrada por você.

Só para exemplificar ainda mais, produtos farmacêuticos também contam com uma rede de farmácias para impulsionar seu alcance. Imagine se os laboratórios contassem apenas com suas próprias ações de venda? Em um país de extensão continental como o Brasil ou EUA, seria impossível escalar o negócio. 

Smart money

Esse tipo de parceria é muito comum quando se busca investidores. Assim, a ideia é vender parte da empresa para um sócio com know-how complementar. Podem ser pessoas com mais habilidade de gestão do que a sua. Ou ainda com conhecimento em administração e finanças. Ter domínio específico de internacionalização de empresas e entre diversas competências.

Nesse sentido, mais do que o aporte financeiro, é essencial buscar sócios com a inteligência que você ainda não possui. Assim, é possível crescer na direção dos seus objetivos.



Quais são os objetivos de parcerias?

De maneira geral, parcerias de sucesso são formadas para alcançar novos:

Oportunidade de parcerias de sucesso com a Pride One

Você possui network com pessoas e empresas que realizam: 

Então, você tem tudo para ser nosso parceiro!

Conduzimos nossas parcerias de maneira profissional, com extrema seriedade e ética.

Profissionais de diversos mercados têm a oportunidade de atender seus clientes no Brasil, EUA ou em outros países através da PRIDE ONE

Oferecemos suporte técnico, financeiro e legal especializado. Desse modo, ajudamos seu negócio a atender demandas implícitas em mercados terceiros. Ou seja, viabilizamos novas receitas com parcerias de sucesso internacional.

Nossos parceiros comerciais, individuais ou corporativos, contam com nosso portfólio de instituições. Possuímos contratos no Brasil e EUA, com suporte técnico e diretrizes burocráticas dos mercados onde atuamos.

Por que nossa parceria será um sucesso?

Em primeiro lugar, na proposta ao executivo associado, você é o protagonista da sua carreira.

Assim, você terá todas as ferramentas necessárias para desenvolver a sua carteira de clientes. Por isso, não exigimos metas ou cobranças.

A sua remuneração não tem limites

Acima de tudo, somos a favor da inovação! 

E assim, desenhamos um modelo de negócio único em nossas parcerias. Pensando sempre em uma remuneração justa para nossos parceiros.

Conosco, você não terá limite de ganhos. Ou seja, sua receita depende somente de você. Afinal, oferecemos todas as ferramentas necessárias para que sua atenção esteja somente no relacionamento com seus clientes.

A Pride One está antes de mais nada revolucionando o mercado de câmbio, remessa e investimento. Mas, queremos ir muito além disso. Portanto, para continuar inovando, precisamos de você!

Nossos valores vão além do trabalho

Saiba mais acessando a nossa página!

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Conheça ainda o blog da Pride One! Já contamos com centenas de artigos, informações, atualizações e oportunidades no mercado de câmbio, remessa e investimentos internacionais. Vem fazer parte de nossas parcerias de sucesso. Cresça seu portfólio com muito orgulho. Cresça com a Pride One!

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Carlos Augusto
Founder / CEO – Pride One

Desbancarização! por que DEVE ser feita!

O que é desbancarização e por que DEVE ser feita

O celular se tornou um importante instrumento de trabalho. Segundo uma pesquisa do IBGE, mais de 80% da população brasileira usa o aparelho para fins corporativos. Então, quando uma notificação chega ao dispositivo, naturalmente, você abre pensando que é algo importante. Mas, às vezes, é só mais uma oferta descontextualizada de um banco. Essa é apenas uma das queixas que levam à desbancarização.

Imagine que você queira fazer seu dinheiro render a seu favor. Então, vai ao banco e fala com o seu gerente. O atendente vem com uma série de respostas prontas, de produtos e serviços genéricos. Então, se você é cliente de outro banco, pesquisa pelos produtos e serviços desta segunda instituição. Ok, pesquisar é bom não é?

Mas, então, o outro gerente vem com soluções genéricas semelhantes ao do outro. Você não tem muita informação a respeito dos produtos e serviços. Contudo, deseja uma aplicação segura e benéfica ao seu patrimônio. Logo, pode se sentir forçado a “aproveitar” uma condição com menos taxas, e que assim pareça mais vantajosa.

Todavia, existe sim outro caminho para você. Um caminho fora dos bancos tradicionais. Um caminho menos burocrático, prático e com possibilidades de TAXAS ZERO. Sim, isso existe e não é mágica. Não é pirâmide. É legítimo e viabilizado pelos adventos da tecnologia. É o caminho da desbancarização.

O que é desbancarização?

Desbancarização é o movimento de migração de investimentos financeiros dos bancos tradicionais para outros tipos de instituições e plataformas. Já é comum nos EUA e na Europa e agora se populariza no Brasil. Segundo uma pesquisa da Locomotiva45 milhões de brasileiros não possuem conta bancária, movimentando R$ 817 bilhões na economia por ano.

Por outro lado, a desbancarização não significa retirar toda sua presença financeira dos bancos nacionais. Pois, a maioria ainda pode ser eficiente para pagamento de contas, recebimento de salário, saques e demais transações rotineiras.

Porém, quando se trata de investimento um pouco mais robusto, as instituições bancárias não oferecem muitas variedades de serviços financeiros. Além disso, as taxas dos grandes bancos, como Itaú, Bradesco, Santander, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, costumam ser mais altas, se comparadas a outras plataformas.

Assim, operações de câmbio, por exemplo, são mais interessantes e eficientes quando aplicadas em outras instituições. Nesse sentido, o ideal são correspondentes cambiais, corretoras de câmbio e bancos câmbios. Pois, fornecem assessoria especializada, autonomia e maiores rentabilidades nas operações. Continue lendo e confira os motivos para a desbancarização!

Por que desbancarizar?

De acordo com levantamentos do Banco Centrala maioria das reclamações dos bancos é sobre suas ofertas de produtos e serviços ou prestação de informação a respeito deles.

Assim, as principais instituições bancárias possuem modelos de negócios tradicionais. Desse modo, não equivalem às necessidades contemporâneas da era digital em que vivemos. Por exemplo, operações simples, como transferências eletrônicas, possuem taxas elevadas em bancos tradicionais. Enquanto isso, a maioria dos bancos digitais oferece o serviço de TED gratuita.

Nesse sentido, o mercado de fintechs cresce no mundo a fim de preencher lacunas que os bancos tradicionais não satisfazem.

Só para ilustrar, temos o serviço de remessas online e instantâneas da Pride One. Com ele, você pode enviar dinheiro dos EUA para o Brasil por apenas $4.99 e com excelente cotação, com limite de valor de 1.5 mil dólares americanos (USD). Em comparação com os bancos, as taxas para pequenas remessas podem variar de US$ 20 até US$ 100.

Por que desbancarizar suas operações cambias?

Além disso, especificamente no mercado cambial e remessas, bem como investimentos internacionais, podemos apontar pelo menos dois motivos principais para desbancarizar suas operações:

1. Maior acompanhamento das operações

É compreensível e até mesmo legítimo que você confie no seu gerente de banco.  Sem dúvida, existem muitos profissionais idôneos e saibam prestar um bom atendimento. Porém, este profissional lida com milhares de clientes. Também está envolvido com diversas contas ao mesmo tempo e administra os produtos financeiros do banco o qual atua. 

Pense um pouco no quanto o seu gerente pode estar sobrecarregado. Além disso, o gerente teria condições de oferecer a solução mais interessante para você, visto as poucas variedades de serviços que sua instituição bancária oferece? Mais ainda: será que seu gerente não está pelo menos um pouco comprometido com os interesses do banco o qual trabalha?

Por outro lado, uma consultoria focada em investimentos internacionais e com experiência em transações cambiais oferece assessoria personalizada. Além das variedades de produtos e serviços tanto em nível nacional quanto internacional, as fintechs como a Pride One oferecem menos burocracia e taxas competitivas.

Assim, o foco está completamente nos interesses do investidor. Seja uma pessoa física ou uma empresa. Dessa forma, os produtos e serviços são apresentados sob demanda, de acordo com cada perfil de cliente. Sim, com toda segurança, pois nos apoiamos em tecnologia de ponta para assegurar todas as operações. Por exemplo, utilizamos tecnologia blockchain e Ripple no nosso sistema de remessas

Simples, rápido, seguro, sem burocracia. Ainda, um atendimento personalizado de quem realmente entende do assunto e está 100% comprometido com seus interesses. Estes são os diferenciais de quem experimenta a desbancarização.


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2. Especialização em legalização cambial.

De maneira geral, o câmbio não é o core business dos bancos. Dessa forma, seu grau de especialidade em legislação cambial é insuficiente. O que pode resultar em equívocos de enquadramento legal das operações, acarretando graves prejuízos ao investidor.

Assim, por falta de conhecimento específico, o investidor fica descoberto em se tratando do âmbito legal. Desse modo, com assessoria incorreta, as consequências podem ser materializadas facilmente em passivos e perdas nas operações.

Logo, a desbancarização é ainda mais interessante e importante quando se trata de operações que requerem maior especialização e acompanhamento.

No caso operações cambiais, as corretoras de câmbio são a melhor opção. Pois, fornecem assistência mais eficiente e maior expertise legal. Assim, desbancarizar é mais vantajoso para pessoas e empresas que buscam diversificação e maior rentabilidade financeira.

Portanto, não se prenda e não deixe seu banco prender você. Existem outros caminhos. Existe muito mais além das barreiras tradicionais. Você está pronto para desbravá-las? Não precisa ser sozinho. Estamos aqui para acompanhar a sua jornada de libertação bancáriaEntre em contato conosco e vamos conversar sobre a desbancarização pode funcionar a seu favor!

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Carlos Augusto
Founder / CEO – Pride One

Entenda o imposto sobre ganho de capital nos EUA

Entenda o imposto sobre ganho de capital nos EUA

Imagine que você aprendeu como fazer investimentos internacionais. Nesse meio tempo, viu que o hub de investimento no exterior está nos Estados Unidos. A partir daí, entendeu sobre bolsa de valores, investimento de crescimento de dividendos, o mercado imobiliário norte-americano e etc. Então, você começou a faturar significantemente e a se preocupar com o imposto sobre ganho de capital nos EUA.

De fato, quando começamos a alçar voos maiores, podemos nos deparar com novas dúvidas e responsabilidades que antes não existiam. Porém, o imposto sobre ganho de capital nos EUA pode ser mais fácil do que você pensa. Entenda o que você precisa com a Pride One!

O que você precisa saber do imposto sobre ganho de capital nos EUA

Em primeiro lugar, vale destacar que o recolhimento do imposto de ganhos no exterior é muito delicado. Desse modo, cada situação, cada pessoa, cada operação, exige uma atenção especial com o intuito de identificar a situação, qual foi o motivo gerador do imposto e etc.

Porém, existe uma situação em comum que atende 95% dos casos de recolhimento do imposto sobre ganhos de capital nos EUA. Assim, o exemplo que vamos apresentar aqui já vale para a maioria dos investidores.

Vejamos!

Imposto sobre ganho de capital como calcular?

De maneira geral, os investidores não residentes nos Estados Unidos não necessitam recolher imposto de ganho de capital nos EUA. Esses investidores são isentos desse imposto. Porém, para os residentes no Brasil, para os brasileiros que realizam da declaração de imposto de renda no país, existe uma regra específica do Banco Central do Brasil para o recolhimento de imposto de ganho de capital em moeda estrangeira.

Assim, toda operação que você realizar no EUA e resultar em um ganho de capital, é necessário recolher o imposto no Brasil, caso você seja um residente fiscal no Brasil.

O cálculo desse imposto é um pouco diferente do que estamos acostumados a calcular para operações que são realizadas no Brasil. Mas, não é nenhum bicho de sete cabeças, nada muito difícil de calcular. Existem apenas alguns detalhes que exigem um pouco mais de atenção.

Aqui, vamos simular o cálculo de recolhimento de imposto básico, para uma situação, que entendemos cobrir 95% das necessidades dos investidores.

Dessa forma, caso você julgue que a suas operações são diferenciadas, recomendados sempre consultar um especialista na área fiscal, ou um contador para obter orientação de como recolher seu imposto.

Simulação de uma operação fictícia

Então, vamos prosseguir com nossa simulação. Só para ilustrar, imagine que foram compradas 1000 ações da Pride One, no dia 02/01/2019 o custo da operação foi $ 54.320,00.

Fazendo uma conta simples, não considerem emolumentos e corretagem.

Então, vamos considerar encerar a operação após 20 dias, em 22/01/2019, com uma venda de $ 68.850,00. O que gera um lucro na operação de $ 14.530,00.

Então, como recolher esse imposto. Basta aplicar 15% nesse valor e pagar?

Não, é muito importante que você fique atento ao câmbio!

Nesse sentido, o Banco Central do Brasil deixa muito claro que não deseja saber o quanto custou para você enviar esse recurso para o investimento. Ou seja, Se você está tendo lucro com o câmbio. Não importa para o BC quantos reais você pagou nos dólares, se pagou 2, 3 ou 4 reais.

Acima de tudo, o interesse do Banco Central é saber a cotação da moeda no dia da operação. Nesse caso, o dólar

Qual a cotação do dólar em 02/01/2019? E qual foi a cotação do dólar em 22/01/2019? São essa as cotações que você deve usar.

Você deve utilizar a cotação oficial, de VENDA do Banco Central do Brasil.

Como você conseguir essa cotação? 

Em primeiro lugar, vá até o site do Banco Central do Brasil. Lá, procure por cotações históricas do dólar.

Então, você verá uma tabela de cotações dia a dia, com colunas da compra e venda. Importante: você deve utilizar a cotação da venda.

Assim, pegue no site do BC as cotações para esses dois dias. Em 02/01/2019 estava R$ 3.2729 e no dia 22/01/2019 estava R$ 3.2100.

Como calcular o lucro real da operação para a receita federal da Brasil?

Em resumo, basta transformar esses números em reais.

Só para exemplificar, pegamos $ 54.320,00 * R$ 3.2729 pela cotação oficial de 02/01/2019. Dessa maneira, o custo para montar a operação é de R$ 177.783,93.

Então, para o cálculo da venda realizada dessa operação, utilizamos os $ 68.850,00 *2 R$ 3.2100. A cotação do dia 22/01/2019 gerou uma venda de R$ 221.008,50.

Sendo assim, temos um lucro de R$ 43.224,57. Sobre o valor de R$ 43.224,57 aplicamos 15%. Desse modo, chegamos ao valor do imposto: R$ 6.843,69.

Como realizar o pagamento do imposto? 

Em primeiro lugar, você precisará ir ao site do seu banco. Lá, ir à aba pagamento de impostos / DARF. Cada banco apresenta o serviço com uma nomenclatura diferente.

Dessa maneira, o próximo passo é o preenchimento da DARF, informando dados, como nome, CPF e demais solicitados. Depois, coloque o código 8523 na DARF: Ganho de Capital com Moeda Estrangeira, e declare o valor R$ 6.843,69 — que é o imposto devido para o fisco brasileiro, conforme nossa simulação hipotética.

Imposto sobre ganho de capital nos EUA: mais algumas informações importantes

Caso o total de venda que você fez no mês seja inferior a R$ 35.000,00 não é necessário recolher o imposto sobre ganho de capital nos EUA.

Veja que esse é um limite um pouco maior do que os R$ 20.000,00 que temos como limite para operações no Brasil. Por outro lado, a Receita Federal não permite que você realize a compensação de prejuízo para o mês posterior. Ou seja, você não consegue carregar prejuízo de operações em moeda estrangeira.

Só para exemplificar, imagine que nesse mês tive um prejuízo de R$ 100.000,00 realizando esse cálculo. Não consigo carregar para o mês seguinte. Não será possível no próximo mês ter esse benefício fiscal, para isenção de imposto de renda.

Para resumir:


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E se for feita mais de uma cotação no mês?

Utilize a mesma regra. Calcule o lucro ou prejuízo de cada operação, utilizando as cotações dos dias que você fez as operações, quando abertas e encerradas as posições, calculando o NET.

Só para ilustrar, vamos supor que numa operação você teve lucro de R$ 50.000,00. Em outra, mais um lucro de R$ 10.000,00. Em uma terceira, um prejuízo de R$ 30.000,00. 

Então, você irá calcular o imposto sobre R$ 30.000,00. Logo, irá aplicar 15% sobre R$ 30.000,00. Então, deverá preencher a DARF, fazer o pagamento e pronto! Você estará em dia com a Receita Federal no Brasil no que tange a essas operações.

Como citado anteriormente, essa simulação atende a grande maioria dos investidores que tem posições nos Estados Unidos.

Mas, fique atendo se você acredita que, de alguma forma, esse dinheiro em uso, esse dólar que você tem aqui nos Estados Unidos, tenha uma origem de pagamento de dividendo ou tenha uma origem diferenciada que não um câmbio direto do Brasil para os EUA. 

Assim, caso precise fazer um cálculo diferenciado, recomendamos que você converse com um contador especializado na área. Essa será a melhor pessoa para entender seu caso a fim de auxilia-lo no recolhimento do imposto sobre ganho de capital nos EUA.

Portanto, de maneira resumida, se você não é residente nos Estados Unidos, deve declarar o seu imposto de renda no Brasil. Ou seja, você é isento do imposto de ganho de capital nos Estados Unidos, mas você precisa recolher o seu imposto de renda no Brasil, de acordo com a regra que apresentamos aqui.

Gostou das informações? Compartilhe com outros investidores e ajude-os a ficar em dia com seus impostos sobre ganhos no exterior!

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Carlos Augusto
Founder / CEO – Pride One