Guia Definitivo do Câmbio

Guia Definitivo do Câmbio

Você não pode viajar sem dinheiro, concorda? Afinal, emergências surgem e às vezes é preciso ter dinheiro em espécie para lidar com elas. Mas, e se você estiver em outro país? Ter várias notas de 100 reais não vai ajudar, não é mesmo? Este é apenas um dos casos em que o câmbio é necessário.

Só para ilustrar, imagine outra situação: você consegue um trabalho remoto no exterior. Por exemplo, presta uma consultoria para empresários residentes nos EUA. Então, recebe pelo seu serviço em dólar. Porém, você não vai sacar o seu dinheiro em dólar para usar aqui no Brasil, vai?

Novamente, é preciso uma operação de câmbio para “converter” seu dinheiro na moeda do país no qual você pretende usar. Ou seja, são várias possibilidades do cotidiano que podem demandar uma solução segura e eficaz de câmbio. Por isso, neste artigo, vamos explicar tudo o que você precisa saber sobre o assunto. Confira nosso guia e entenda tudo sobre câmbio!

O que é câmbio?

Câmbio é a operação de troca de moeda de um país pela moeda de outro país. Esta troca é feita por agentes autorizados pelo Banco Central a operar no mercado de câmbio. Assim, o agente recebe a moeda nacional e vende a moeda estrangeira. Se sobrar moeda estrangeira após uma viagem, por exemplo, o agente pode comprar a moeda estrangeira de volta. Para isso, realiza o pagamento dos respectivos reais em troca da moeda estrangeira. 

Essas trocas consistem no que chamamos de mercado de câmbio. Essas operações podem ser formatadas em Câmbio Turismo ou Câmbio Comercial. Assim, comerciantes, empresários, turistas e etc. compram e vendem moeda estrangeira. Todos seguindo a regulação do Conselho Monetário Nacional (CMN) e do Banco Central (BC).

Qual a diferença entre o câmbio comercial e câmbio turismo?

Câmbio Turismo é usado para classificar operações de compra e venda de moeda para viagens internacionais. Geralmente, estão relacionados à troca de dinheiro em espécie. Mas, o viajante também pode comprar moeda estrangeira de outras formas. Por exemplo, com cartões pré-pagos.

Desse modo, qualquer pessoa que vai viajar para o exterior pode comprar moeda do país estrangeiro. Porém, é preciso ainda verificar se o correspondente é autorizado pelo Banco Central para operar no mercado de câmbio.

Em segundo lugar, temos o Câmbio Comercial. Este é destinado a todas as demais operações que não sejam turísticas. Por exemplo: 

Mas, não é apenas o nome que muda. Essas duas modalidades de câmbio implicam taxas diferentes para cada tipo de transação.

Por isso, a cotação de Câmbio Turismo é geralmente maior. Pois, envolve custos na estrutura de compra e venda de papel moeda, controles e segurança. Além disso, tributos que podem influenciar no Valor Efetivo Total (VET).

Desse modo, as operações de câmbio têm diferentes características, de acordo com a natureza de cada transação. Cada uma delas com custos administrativos e financeiros também diversos. Assim, a taxa de câmbio pode variar de acordo com:

Quais as principais operações de câmbio?

Já entrando mais nos tipos de operações, conheça os principais nas duas modalidades de câmbio:

Câmbio Turismo

Como já mencionamos anteriormente, qualquer viajante pode comprar moeda estrangeira antes e durante sua viagem. Nesse sentido, basta se certificar de que o correspondente é autorizado pelo Banco Central

Sendo assim, existem pelo menos duas operações para esta finalidade: compra de papel moeda e recarga de cartões pré-pagos. Assim, além de dinheiro em espécie, o viajante pode comprar moeda estrangeira em outras formas, como os cartões pré-pagos.

Câmbio Comercial

O Câmbio Comercial pode englobar vários outros tipos de operações. Então, veja a seguir as principais:

Remessas pessoais

Qualquer pessoa pode receber e enviar dinheiro para o exterior. Da mesma forma, uma empresa pode receber e enviar para outra empresa no exterior. Isso ocorre por meio do que chamamos de remessas. Essa operação de Câmbio Comercial também deve ser realizada por intermédio de instituições autorizadas. Desse modo, durante a transação, o agente cambial deve informar:

Para remessas do exterior para o Brasil, é aconselhável que o beneficiário mantenha contato com seu agente de câmbio. Então, é interessante descrever a operação que deseja realizar. Assim, é possível se certificar quanto à documentação necessária, bem como as condições exigidas para a operação.

Detalhes técnicos importantes

Vale destacar que os recursos em moeda estrangeira não vão diretamente para a conta do beneficiário da ordem de pagamento. Antes de tudo, é necessária uma operação de câmbio entre o beneficiário e a instituição cambial autorizada. Somente depois disso que os recursos em moeda nacional estarão disponíveis na conta do beneficiário.

Outro detalhe é que o Banco Central não estabelece quais documentos devem ser exigidos em cada operação de câmbio. Desse modo, isso é informado pelo agente cambial. O Banco Central estabelece apenas que a documentação deve ser suficiente para respaldar a referida operação de câmbio. Assim, ela pode variar de acordo com a operação e de instituição para instituição.

Vale a pena ainda saber que em transações com valor equivalente a até US$ 3 mil, a regulamentação cambial dispensa a apresentação de documentação referente aos negócios jurídicos subjacentes. Porém, mantém a obrigatoriedade de identificação dos clientes.

Importação e Exportação

Existem ainda empresas que realizam transações comerciais de diversas formas com outras empresas estrangeiras. Assim, precisam lidar com diversas maneiras para receber pelos seus produtos e serviços vendidos. Além disso, elas têm que pagar as despesas envolvidas. Essas operações internacionais devem ser feitas mediante um contrato de câmbio.

O contrato de câmbio é o instrumento específico firmado entre o vendedor e o comprador de moeda estrangeira. Nele, são estabelecidas as características e as condições para a realização das operações de câmbio. Os dados deste contrato devem ser registrados no Sistema Integrado de Registro de Operações de Câmbio. Assim, deve constar a data de registro correspondente ao dia da celebração do referido contrato.

Ainda, os documentos referentes às operações com valor superior ao equivalente a US$ 3 mil devem ser guardados. Pois, serão acompanhados pelo Banco Central durante o prazo de 5 anos contados do término do exercício da transação. Nesse sentido, é preciso observar também eventuais disposições específicas previstas na legislação em vigor.

Câmbio Exportação

Câmbio que viabiliza a venda ou a saída de bens, produtos e serviços do Brasil para o exterior. O envio e recebimento relacionado às exportações também devem ser realizados por meio de correspondentes autorizados pelo Banco Central. São os agentes autorizados que avaliam os procedimentos necessários, bem como a documentação exigida para cada transação.

Assim, o recebimento dos valores decorrentes de operação de exportação pode ser feito por diversos meios. Os principais são:

Taxas e liquidação do contrato

A taxa de câmbio é adotada segunda a data de operação do contrato firmado com a corretora ou correspondente cambial. Assim, essa taxa pode ser distinta da taxa do dia da exportação.

Já a liquidação do contrato de câmbio pode ocorrer antes ou após o embarque da mercadoria ou prestação do serviço. Desde que seja observado o prazo máximo de 750 dias entre a contratação e a liquidação do contrato de câmbio.

E se a liquidação for após o embarque ou prestação do serviço? Neste caso, deve ser feita até o último dia útil do 12º mês subsequente ao embarque ou prestação.

Câmbio Importação

É o oposto do câmbio exportação, como você pode imaginar. Este viabiliza a compra ou a entrada de bens, produtos e serviços do exterior para o Brasil

Este tipo de câmbio também deve ser realizado por um agente autorizado no mercado de câmbio pelo Banco Central. 

De forma semelhante às demais operações, é o correspondente que passa os procedimentos, bem como a documentação de cada operação.


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Quais as naturezas das operações de câmbio?

Cabe ao agente de câmbio classificar a operação. Nesse processo, a corretora ou correspondente passa a documentação necessária, bem como os procedimentos de cada transação. 

São várias as naturezas das operações. Ou seja, a finalidade do câmbio. Nesse sentido, as principais delas são:

Investimentos internacionais e câmbio

Importação e exportação

Quais os principais termos do câmbio?

Além de conhecer as modalidades de câmbio, suas principais operações e naturezas, veja também os termos que você deve saber:

Cotação

Mais conhecida como “taxa”, a cotação é o “valor da moeda”. Sempre que a moeda cai ou sobe, significa que a cotação está mais baixa ou mais alta. Ou seja, a quantidade em reais necessária para que tal moeda seja comprada está menor ou maior. Em outras palavras, a moeda está mais barata ou mais cara.

Spread

É diferença entre a taxa interbancária e a taxa cobrada pelas instituições financeiras. Estão incluídos, por exemplo:

IOF

Sigla para Imposto sobre Operações Financeiras.  O imposto incide de acordo com o tipo de compra. Por exemplo, na compra de papel moeda, a alíquota IOF é de 1,1% sobre o valor total da compra. Já no cartão de crédito, débito ou cartão viagem, incide sobre 6,38% do valor total. Este imposto ainda varia segundo a natureza de operação da remessa Internacional.

VET

É a sigla VET para Valor Efetivo TotalDe acordo com o Banco Central

“É o valor total de reais entregues ou recebidos por unidade de moeda estrangeira em uma operação cambial.” 

Desse modo, o cálculo inclui as taxas de câmbio, o IOF e as tarifas eventualmente cobradas em cada transferência.

Mercado Futuro

Trata-se do valor futuro da moeda, porém negociado hoje. Por meio dele é possível travar a cotação hoje de alguma operação que será realizada depois.

Correspondentes cambiais

Criado há menos de 8 anos pelo Banco Central. Seu objetivo é facilitar e ampliar a troca de moedas estrangeiras no Brasil. Nesse sentido, um correspondente é uma extensão das corretoras. Assim, está obrigatoriamente filiado a alguma instituição autorizada pelo Banco Central.

Corretoras de câmbio

As corretoras realizam a compra e venda de moedas estrangeiras e fazem a intermediação entre correspondentes, clientes e bancos. Também podem realizar operações vinculadas à importação e exportação. Contudo, dentro do limite de até 300 mil dólares.

Bancos de Câmbio

Por outro lado, os bancos atuam com operações sem limites de valor e com diferentes modalidades. Somente eles podem operar dessa forma. Além disso, somente os bancos podem adiantar contratos de câmbio e operações no mercado futuro de dólar.

Quais as principais soluções de câmbio comercial?

Finalmente, chegamos a como o câmbio pode ajudar você na prática. Ou seja, às principais soluções do mercado cambial. Confira!

Financiamento de exportações

Em primeiro lugar, esta solução em câmbio é caracterizada por:

Recebimento antecipado dos valores decorrentes das exportações

Em segundo lugar, temos o financiamento com antecipação total ou parcial dos recebíveis de exportação na fase pré-embarque

Essa antecipação é concedida por pessoa jurídica no exterior. Inclusive instituições financeiras a empresas exportadoras brasileiras. De maneira geral, essas antecipações são de longo prazo. Ou seja, acima de 360 dias.

Características:

Adiantamento sobre Contrato de Câmbio (ACC)

Consiste em um operação de crédito. Nela, a instituição financeira antecipa ao exportador o valor parcial ou total em reais de um contrato de câmbio. 

Dessa maneira, é um financiamento concedido por Banco Brasileiro à exportadores brasileiros. Ocorre na fase pré-embarque das mercadorias e/ou da prestação de serviço ao exterior. Assim, é possível antecipar os recursos necessários a sua linha de produção e/ou prestação de serviços destinados à exportação.

Desse modo, a operação é contratada em moeda estrangeira. Porém, a legislação exige que o exportador a converta em moeda nacional. Ou seja, é necessário realizar uma contratação de câmbio.

Assim, a liberação da moeda nacional ao exportador pode acontecer na mesma data da contratação do câmbio. Ou, no máximo em 2 dias. Em seguida, o exportador deverá comprovar o embarque das mercadorias ou da prestação de serviço. Isso pode ser feito com a apresentação de documentos correspondentes ao banco.

Adiantamento sobre Cambiais Entregues (ACE)

O Adiantamento sobre Cambiais Entregues (ACE) é uma operação de crédito similar. Contudo, o valor é concedido ao exportador após o embarque da mercadoria ou a prestação do serviço.

Na contratação da operação, o exportador deverá, apresentar ao banco os documentos de embarque correspondentes. Ou, os documentos que comprovem a exportação de serviço.

A liberação da moeda nacional ao exportador poderá acontecer na mesma data da contratação do câmbio. Mas também em até 2 dias.

Financiamento a importações (FINIMP)

É um financiamento em moeda estrangeira. Este é concedido a importadores brasileiros de bens ou serviços provenientes do exterior. Pode ser feito tanto na fase pré quanto pós-embarque. Assim, o exportador recebe o pagamento no vencimento acordado com o importador. Enquanto o importador obtém maior prazo de pagamento junto ao banco financiador.

Características:

Formalização:

A formalização ocorre por contrato de formalização das operações junto ao banco.

Prazo:

O Finimp pode ser contratado no curto e longo prazo. Se a operação for contratada acima de 360 dias, será necessário a emissão do ROF.

Garantias:

Podem ser aplicadas garantias pessoais e reais. Mas, de acordo com a aprovação do crédito estabelecido pelo banco brasileiro. Ainda é necessário Standby para formalizar o canal de remessa em caso de Default do exportador brasileiro.

Onde fazer câmbio e remessa?

Após entender o universo do câmbio, tão importante quanto é saber qual agente autorizado escolher na sua próxima operação.

Nesse sentido, a Pride One é correspondente de bancos e corretoras. Antes de mais nada, somos uma empresa autorizada pelo Banco Central do Brasil como correspondente cambial e agente autorizado a operar remessas a partir dos EUA, aonde temos constituída a Pride One Solutions LLC. Dessa maneira, oferecemos diversas soluções modernas e seguras em câmbio e investimentos internacionais.  

Com a Pride One, você realiza operações de câmbio sem burocracia e com o melhor custo benefício. Trabalhamos com remessascompra de papel moeda online (para determinadas cidades) e entre outras soluções facilitadas. Além disso, oferecemos consultoria para internacionalização de negócios e investimentos na bolsa de valores dos EUA para viver de dividendos.

Juntos, podemos oportunizar a todos melhores investimentos, com menos burocracia!

Então, vem para a Pride One! Entre em contato e vamos conversar sobre como podemos ajudar nos seus investimentos e operações cambiais.

Referências: Cartilha de Câmbio – Banco Central e Perguntas & Respostas – Banco Central

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Carlos Augusto
Founder / CEO – Pride One

Quais melhores investimentos na pandemia? Veja com a Pride One!

Quais melhores investimentos na pandemia? Veja com a Pride One!

2020 foi um ano difícil de todas as formas, não apenas para o mercado financeiro. Assim, pode até parecer difícil perguntar quais melhores investimentos na pandemia.

Talvez, você nem acredite que este árduo período teve algum lado positivo. Mas, neste artigo, vamos mostrar que sim. E ainda apresentaremos duas empresas que obtiveram ótimo desempenho neste momento tão difícil. Acompanhe conosco e aprenda a investir como um expert da Pride One!

Lidando com a realidade

A pandemia de COVID-19 desestabilizou o mundo em 2020. Foi um evento infeliz para todos nós. De fato, não podemos mensurar as perdas diante tantas vidas e meios de subsistência perdidos. Sem dúvida, foi um ano brutal para muitas pessoas.

Desse modo, claro que gostaríamos que essa situação nunca tivesse acontecido.  Mas, precisamos aprender com os novos desafios. Dessa forma, lidar com a nova realidade e aprender a vencer os obstáculos.

Nesse sentido, como investidores, vivemos muitos altos e baixos durante o período. Tivemos que enfrentar o ambiente de evolução mais rápida que já vimos no mercado. Depois de investir por décadas, nunca vimos nada assim antes. Podemos dizer que estivemos “na ponta dos pés”.

É nesse momento que nossa diversificação de portfólio fez toda diferença. 


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A pandemia fortaleceu a importância de um portfólio diversificado

Ao longo de décadas de experiência, atualmente investimos em mais de 50 empresas diferentes, em ações com dinheiro real. Assim, essa carteira de investimentos produz receita de dividendos passiva relevante para as estratégias que adotamos. Por exemplo, uma estratégia de aposentadoria.

Assim, investimos amplamente na economia global. Dessa maneira, tivemos a oportunidade de ver exatamente como a pandemia afetou as empresas. Tanto as de grande porte quanto as de pequeno porte.

Sem dúvida, algumas empresas foram impactadas negativamente neste período. No entanto, a maior parte desse impacto parece de natureza temporária.

Por outro lado, pensando em quais melhores investimentos na pandemia, a maioria dos nossos negócios permaneceu relativamente ilesa. Ou seja, nossas estratégias no mercado de ações de dividendos continuaram positivas.

O segredo é investir em negócios de alta qualidade

O ponto central de quais melhores investimentos na pandemia é a qualidade dos negócios nos quais participamos.

Investimos em negócios de alta qualidade. Ou seja, empresas com um longo histórico de lucro e dividendos crescentes. Esses dividendos crescentes são pagos de qualquer maneira, interruptamente.

Porém, não são todas as empresas no mundo que permitem isso. Apenas aquelas que fornecem produtos e serviços com alta eficácia. Assim, são as maiores e melhores empresas do mundo.

Afinal, nenhuma organização se coloca em posição de pagar dividendos crescentes por décadas administrando um negócio ruim. Muito menos um que pode ser facilmente derrubado.

Dividendos crescentes são o maior ativo do nosso portfólio

Essa durabilidade comprovada é o principal motivo da Pride One possuir um amplo portfólio de investimentos em crescimento de dividendos.

Por isso falamos tanto sobre essa estratégia. Você pode aprender mais sobre ela no nosso Blog.

Nele, mostramos nossa trajetória rumo à independência financeira. Dessa maneira, nosso objetivo é ajudar outros investidores como você a realizarem o sonho de viver de renda passiva.

Estar ileso é bom, não é?

Mas pode fica melhor.

Quais melhores investimentos na pandemia: ações com crescimento de dividendos

Entrando no próximo nível, chegou o momento de analisarmos quais melhores investimentos na pandemia dentro do mercado de dividendos

Existem algumas empresas de alta qualidade que obtiveram ótimos resultados desde 2020 até então.

Nesse sentido, vamos apresentar dois exemplos rápidos. Ambos fazem parte do nosso portfólio.

Vamos abordar estes dois exemplos de quais melhores investimentos na pandemia por considerá-los de maior destaque. Analisamos isso em função de vários critérios, que você também aprender assinando o Pride One Dividend Fund. Além de se adaptarem e obterem bons resultados neste momento crítico, estas duas ações recentemente atingiram máximas históricas.

Vamos então a elas? Continue lendo e confira!

STARBUCKS CORPORATION (SBUX)

Em primeiro lugar, destacamos a Starbucks.

Isso pode ser uma surpresa. Afinal, cafés em todo o mundo foram fechados por meses.

Bem, isso não impediu a Starbucks de ganhar dinheiro. A Starbucks deveria mudar o nome da empresa para Bigbucks.

A pandemia acabou beneficiando a empresa em longo prazo. Ou seja, as lojas fechadas foram uma dor de curto prazo para ganhos no futuro.

Nesse meio tempo, a Starbucks acelerou sua transformação digital devido à pandemia. Já que os clientes não podiam consumir os produtos da Starbucks de forma tradicional, a organização acelerou suas iniciativas digitais. 

Assim, este é agora o coffeeshop do século XXI. Só para exemplificar, a empresa passou a atender com: 

Desse modo, a Starbucks consolidou seu lugar como a cafeteria ideal para os clientes. Assim, agregaram valor aos produtos e serviços. Tudo a partir de sua adaptação diante as necessidades atuais dos seus clientes. 

Redução da concorrência

Além disso, coffeeshops menores que não conseguiram suportar o desafio da pandemia fecharam. Consequentemente, a empresa possui menos competição em 2021

Ou seja, os fortes tendem a ficar mais fortes.

Previsão de maior crescimento

Nesse contexto, a empresa realizou o seu 2020 Investor Day em 9 de dezembro e impressionou a todos.

Agora, estão prevendo um crescimento de vendas de 8% a 10% até 2024. A maior parte é impulsionada pelo crescimento de comparação (4% a 5% globalmente). Eles ainda veem um crescimento de EPS de 10% a 12% de 2023 a 2024.

Expansão recorde

Enquanto outros estão fechando, a Starbucks está expandindo. A empresa abriu 250 lojas na China durante o quarto trimestre do exercício fiscal de 2020. Isso representou um recorde.

Mas, o que tudo isso tem a ver com quais melhores investimentos na pandemia?

Bem, a Starbucks também está expandindo seus dividendos

A empresa aumentou os dividendos em quase 10% no final de setembro.

Assim, a Starbucks provavelmente terá um desempenho ainda melhor na próxima década. Talvez, muito melhor do que se a pandemia nunca tivesse ocorrido.

WALT DISNEY CO. (DIS)

Em segundo lugar, nosso destaque neste artigo vai para a Disney.

A Disney é interessante.

Parte dos seus negócios foi severamente prejudicada pela pandemia. Só para exemplificar, os parques temáticos.

Mas, uma das características mais marcantes da Disney em toda sua existente é sua capacidade de se adaptar e inovar. Ela existe há quase um século. Um dos principais motivos é essa capacidade.

Nesse sentido, a Disney também acelerou seus projetos de transformação digital. É preciso prestar atenção nisso visando quais melhores investimentos na pandemia.

Claro, essa transformação digital começou antes do coronavírus. O marco disso foi o lançamento da sua plataforma de streaming: Disney +. Isso foi no final de 2019.

Crescimento digital

Porém, com a realidade da pandemia, houve a necessidade de dobrar o projeto. E foi o que fizeram. A Disney aumentou maciçamente a criação de conteúdo. Para isso, reorganizou o negócio a fim de se concentrar melhor no streaming. Dessa maneira, priorizou o crescimento de assinantes em relação às opções de entrega de mídia mais antigas.

Sem dúvida, a pandemia acelerou as estratégias da Disney para dominar sua parte neste mercado. Esta parte, muito possivelmente, será grande nos próximos dos anos. Afinal, a empresa possui um vasto acerto de grandes sucessos.

Por dentro dos hábitos dos consumidores

Os hábitos dos consumidores em relação ao consumo de mídia já estavam mudando. Com a pandemia, as pessoas passando mais tempo em casa, a demanda pelo streaming aumentou

O streaming era o futuro da Disney. Com a pandemia, ele se tornou seu presente e um futuro muito mais próximo do que antes foi projetado.

Posicionamento diferenciado

Nesse sentido, a plataforma Disney + está extremamente bem posicionada. Dessa maneira, supera as expectativas até agora.

A Disney originalmente esperava de 60 a 90 milhões de assinantes do Disney + até 2024. Até o momento, a empresa atingiu quase 87 milhões de assinantes. Isso significa que alcançaram o limite superior de sua meta quatro anos antes do previsto.

Sendo assim, a nova expectativa é de 230 a 260 milhões de assinantes até 2024. Agora, com o suporte de uma quantidade enorme de conteúdo exclusivo.

Este é um número de cair o queixo!

Comparativo com a concorrência

Só para ilustrar, vamos analisar o principal concorrente, a Netflix Inc. (NFLX).

Netflix tem aproximadamente 200 milhões de assinantes. Contudo, lançou seu serviço de streaming em 2007. Isso significa que levou 13 anos para alcançar tal patamar. Por outro lado, a Disney + ultrapassou esse nível em apenas alguns anos.

Muito mais a oferecer

A Disney é uma empresa interessante, pois tem muito mais a oferecer ao mundo. Quando as vacinas forem amplamente distribuídas e a pandemia derrotada, os negócios afetados, como os parques temáticos, estarão operacionais novamente. 

Ao mesmo tempo, ela também terá um serviço de streaming de nível mundial para acompanhar tudo. Isso tendo em vista seu invejável portfólio de produtos. Algo que torna tudo dentro do streaming mais forte do que seria de forma independente. 

Desse modo, a Disney vai sair do COVID-19 com um posicionamento muito melhor do que entrou.

Resultados no mercado de ações

O mercado parece concordar com essa avaliação. Afinal, as ações subiram mais de 13% no dia 11 de dezembro. Ou seja, um dia após o lançamento das atualizações Disney +.

A única “chatice” sobre a Disney, como um investidor de crescimento de dividendos, é sua “mania” de suspender temporariamente seus dividendos. 

No entanto, a empresa planeja restaurar os dividendos em 2021. Mais uma vez, isso é uma dor de curto prazo para ganhos de longo prazo.

Quais melhores investimentos na pandemia no mercado de ações?

O que você acha? Essas duas empresas estão se adaptando e se beneficiando da pandemia? Por que ou por que não?

A inovação e a habilidade de se adaptar são características comuns aos dois exemplos abordados neste artigo. Isso é apenas um parâmetro para analisar na hora de investir.

Então, para saber quais melhores investimentos na pandemia dentro do mercado de ações, continue acompanhando nossos conteúdos.

Nos acompanhe para ficar por dentro das nossas novidades. Com a Pride One, você aprende a tomar as melhores decisões de câmbio e investimentos internacionais. Conosco, você verá como se tornar financeiramente livre e viver de dividendos.

Obrigado pela leitura!

#eusouprideone #iamprideone

Carlos Augusto
Founder / CEO – Pride One

Desbancarização! por que DEVE ser feita!

O que é desbancarização e por que DEVE ser feita

O celular se tornou um importante instrumento de trabalho. Segundo uma pesquisa do IBGE, mais de 80% da população brasileira usa o aparelho para fins corporativos. Então, quando uma notificação chega ao dispositivo, naturalmente, você abre pensando que é algo importante. Mas, às vezes, é só mais uma oferta descontextualizada de um banco. Essa é apenas uma das queixas que levam à desbancarização.

Imagine que você queira fazer seu dinheiro render a seu favor. Então, vai ao banco e fala com o seu gerente. O atendente vem com uma série de respostas prontas, de produtos e serviços genéricos. Então, se você é cliente de outro banco, pesquisa pelos produtos e serviços desta segunda instituição. Ok, pesquisar é bom não é?

Mas, então, o outro gerente vem com soluções genéricas semelhantes ao do outro. Você não tem muita informação a respeito dos produtos e serviços. Contudo, deseja uma aplicação segura e benéfica ao seu patrimônio. Logo, pode se sentir forçado a “aproveitar” uma condição com menos taxas, e que assim pareça mais vantajosa.

Todavia, existe sim outro caminho para você. Um caminho fora dos bancos tradicionais. Um caminho menos burocrático, prático e com possibilidades de TAXAS ZERO. Sim, isso existe e não é mágica. Não é pirâmide. É legítimo e viabilizado pelos adventos da tecnologia. É o caminho da desbancarização.

O que é desbancarização?

Desbancarização é o movimento de migração de investimentos financeiros dos bancos tradicionais para outros tipos de instituições e plataformas. Já é comum nos EUA e na Europa e agora se populariza no Brasil. Segundo uma pesquisa da Locomotiva45 milhões de brasileiros não possuem conta bancária, movimentando R$ 817 bilhões na economia por ano.

Por outro lado, a desbancarização não significa retirar toda sua presença financeira dos bancos nacionais. Pois, a maioria ainda pode ser eficiente para pagamento de contas, recebimento de salário, saques e demais transações rotineiras.

Porém, quando se trata de investimento um pouco mais robusto, as instituições bancárias não oferecem muitas variedades de serviços financeiros. Além disso, as taxas dos grandes bancos, como Itaú, Bradesco, Santander, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, costumam ser mais altas, se comparadas a outras plataformas.

Assim, operações de câmbio, por exemplo, são mais interessantes e eficientes quando aplicadas em outras instituições. Nesse sentido, o ideal são correspondentes cambiais, corretoras de câmbio e bancos câmbios. Pois, fornecem assessoria especializada, autonomia e maiores rentabilidades nas operações. Continue lendo e confira os motivos para a desbancarização!

Por que desbancarizar?

De acordo com levantamentos do Banco Centrala maioria das reclamações dos bancos é sobre suas ofertas de produtos e serviços ou prestação de informação a respeito deles.

Assim, as principais instituições bancárias possuem modelos de negócios tradicionais. Desse modo, não equivalem às necessidades contemporâneas da era digital em que vivemos. Por exemplo, operações simples, como transferências eletrônicas, possuem taxas elevadas em bancos tradicionais. Enquanto isso, a maioria dos bancos digitais oferece o serviço de TED gratuita.

Nesse sentido, o mercado de fintechs cresce no mundo a fim de preencher lacunas que os bancos tradicionais não satisfazem.

Só para ilustrar, temos o serviço de remessas online e instantâneas da Pride One. Com ele, você pode enviar dinheiro dos EUA para o Brasil por apenas $4.99 e com excelente cotação, com limite de valor de 1.5 mil dólares americanos (USD). Em comparação com os bancos, as taxas para pequenas remessas podem variar de US$ 20 até US$ 100.

Por que desbancarizar suas operações cambias?

Além disso, especificamente no mercado cambial e remessas, bem como investimentos internacionais, podemos apontar pelo menos dois motivos principais para desbancarizar suas operações:

1. Maior acompanhamento das operações

É compreensível e até mesmo legítimo que você confie no seu gerente de banco.  Sem dúvida, existem muitos profissionais idôneos e saibam prestar um bom atendimento. Porém, este profissional lida com milhares de clientes. Também está envolvido com diversas contas ao mesmo tempo e administra os produtos financeiros do banco o qual atua. 

Pense um pouco no quanto o seu gerente pode estar sobrecarregado. Além disso, o gerente teria condições de oferecer a solução mais interessante para você, visto as poucas variedades de serviços que sua instituição bancária oferece? Mais ainda: será que seu gerente não está pelo menos um pouco comprometido com os interesses do banco o qual trabalha?

Por outro lado, uma consultoria focada em investimentos internacionais e com experiência em transações cambiais oferece assessoria personalizada. Além das variedades de produtos e serviços tanto em nível nacional quanto internacional, as fintechs como a Pride One oferecem menos burocracia e taxas competitivas.

Assim, o foco está completamente nos interesses do investidor. Seja uma pessoa física ou uma empresa. Dessa forma, os produtos e serviços são apresentados sob demanda, de acordo com cada perfil de cliente. Sim, com toda segurança, pois nos apoiamos em tecnologia de ponta para assegurar todas as operações. Por exemplo, utilizamos tecnologia blockchain e Ripple no nosso sistema de remessas

Simples, rápido, seguro, sem burocracia. Ainda, um atendimento personalizado de quem realmente entende do assunto e está 100% comprometido com seus interesses. Estes são os diferenciais de quem experimenta a desbancarização.


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2. Especialização em legalização cambial.

De maneira geral, o câmbio não é o core business dos bancos. Dessa forma, seu grau de especialidade em legislação cambial é insuficiente. O que pode resultar em equívocos de enquadramento legal das operações, acarretando graves prejuízos ao investidor.

Assim, por falta de conhecimento específico, o investidor fica descoberto em se tratando do âmbito legal. Desse modo, com assessoria incorreta, as consequências podem ser materializadas facilmente em passivos e perdas nas operações.

Logo, a desbancarização é ainda mais interessante e importante quando se trata de operações que requerem maior especialização e acompanhamento.

No caso operações cambiais, as corretoras de câmbio são a melhor opção. Pois, fornecem assistência mais eficiente e maior expertise legal. Assim, desbancarizar é mais vantajoso para pessoas e empresas que buscam diversificação e maior rentabilidade financeira.

Portanto, não se prenda e não deixe seu banco prender você. Existem outros caminhos. Existe muito mais além das barreiras tradicionais. Você está pronto para desbravá-las? Não precisa ser sozinho. Estamos aqui para acompanhar a sua jornada de libertação bancáriaEntre em contato conosco e vamos conversar sobre a desbancarização pode funcionar a seu favor!

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Carlos Augusto
Founder / CEO – Pride One

Como criar carteira de dividendos? Veja como montar seu portfólio!

Como criar carteira de dividendos? Veja como montar seu portfólio!

A volatilidade do mercado de ações pode assustar alguns. Particularmente, ela não me incomoda. Em parte, porque estou neste mercado há mais de uma década. Mas também, porque eu tenho minha carteira de dividendos adequadamente diversificada.

Eu já expliquei aqui no blog as 5 principais razões para ser um investidor de crescimento de dividendos

De fato, um portfólio de dividendos de alta qualidade é menos volátil durante períodos de maior agitação no mercado. Como no caso da crise do novo Coronavírus, por exemplo. Por isso, eu não me apavoro e digo para novos investidores: Keep Calm! E aprenda como continuar investindo na bolsa de valores.

Por quê?

Porque o investimento certo pode garantir o seu patrimônio ao longo prazo. Já pensou ter uma aposentadoria tranquila, ter independência financeira e manter uma boa qualidade de vida? Se sim, você precisa saber mais sobre uma carteira de dividendos. Continue lendo e entenda como escolher as ações do seu portfólio!

Por que pensar em uma carteira de dividendos? 

Por que os investidores devem criar uma carteira de dividendos? Por que não investir completamente em uma ou duas empresas de que realmente gostam?

Simples: um portfólio diversifica os riscos.

Por um lado, investir envolve uma tremenda quantidade de aleatoriedade e sorte. O mundo está mudando constantemente de maneiras imprevisíveis. Então, até os melhores profissionais estão errados pelo menos 40% das vezes.

Se investirmos todo o nosso caixa em uma única empresa, mesmo uma com risco aparentemente "baixo", provavelmente geraremos retornos significativamente diferentes do desempenho do mercado. Seja isso para melhor ou para pior.

Muitos investidores não têm estômago para esse nível de volatilidade. Principalmente, porque há uma série de eventos inesperados que podem colocar seu capital em risco de se perder permanentemente.

Enron e Lehman Brothers

Lembra da Enron? E o Lehman Brothers? Entrar em "all-in" em qualquer empresa pode ter consequências desastrosas.

No outro extremo, suponha que você comprou ações de todas as empresas do mercado. Para todas as empresas do seu portfólio que tiveram más notícias, você provavelmente possuiria o mesmo número de empresas que experimentam notícias inesperadamente boas.

Ou seja, não seria mais dependente de uma única ação para direcionar seus retornos de investimento e receita de dividendos. Desse modo, seu portfólio pode enfrentar algumas tempestades imprevistas sem impactar permanentemente seu patrimônio. Afinal, foi diversificado em várias empresas diferentes, reduzindo os riscos.

De olhos nos EUA

Enquanto os EUA continuarem sobrevivendo e avançando, não haverá praticamente nenhuma chance de seu portfólio sofrer uma perda permanente de capital.

Nesse sentido, o mercado historicamente se valorizou por longos períodos e, provavelmente, continuará a fazê-lo.

Mas, sei que é impraticável para um investidor individual comprar ações de todas as empresas do mercado sem usar ETFs. Porém, isso não impede seu entendimento das vantagens de possuir mais que uma ou duas empresas na carteira de dividendos.

Assim, portfólios adequadamente construídos podem nos ajudar a diversificar os riscos e nos aproximar de nossos objetivos

Como criar uma carteira de dividendos?

De fato, como quase tudo no investimento, todos têm sua própria opinião sobre como criar uma carteira de dividendos. A maior parte do debate geralmente se concentra em quantas ações um investidor deve possuir. Além disso, como suas participações devem ser diversificadas em diferentes setores.

Embora não haja resposta certa ou errada, existem diretrizes gerais que devemos estar cientes. Assim, conseguimos evitar riscos desnecessários com o portfólio.

Dessa maneira, a construção de uma carteira de dividendos começa com o entendimento dos principais fatores de risco que influenciam o retorno e a volatilidade de um portfólio. É isso que vou revisar junto com você agora!

Principais fatores de risco a serem considerados

Em primeiro lugar, existem quatro fatores que influenciarão a volatilidade do retorno de uma carteira de dividendos em relação ao retorno do mercado.

Estes quatro fatores mais importantes são: 

  1. O número de empresas; 
  2. A correlação entre os mercados das empresas; 
  3. A quantia de alavancagem financeira que cada empresa possui; 
  4. O tamanho do valor de mercado de cada empresa.

Assim, cada um deles pode afetar significativamente o desempenho de um portfólio. Sobretudo, durante mercados turbulentos.

Os investidores, muitas vezes, não sabem que estão fazendo uma aposta fatorial com seus portfólios até que funcione contra eles.

Por exemplo

Suponha que metade do seu portfólio tenha sido investido em ações de pequena capitalização com alta alavancagem financeira.

Até o final de 2014, sua carteira de dividendos provavelmente apresentava excelentes retornos e baixa volatilidade. Afinal, nesse meio tempo, os preços e a produção de petróleo aumentavam.

De fato, é da natureza humana atribuir bons resultados à nossa própria habilidade, e não à sorte. No entanto, esse portfólio nada mais foi do que um fator de aposta em energia. Também de condições favoráveis do mercado de crédito.

Uma vez que o preço do petróleo entrou em colapso e o crédito estivesse menos disponível para as pequenas empresas de energia, esse portfólio teria sido derrubado.

O objetivo de construir uma carteira de dividendos é diversificar essas apostas fatoriais. Assim, podemos controlá-las ou prevê-las e focar nossos retornos no desempenho de empresas individuais.


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Fator de risco 1: Quantas ações devo possuir?

Muitos dos melhores profissionais de investimento administram carteiras concentradas. Por exemplo, a Berkshire Hathaway possui várias participações que excedem 10% do valor geral de seu portfólio de ações. Logo, eles investem com convicção por trás de suas melhores ideias.

Como investidor individual, não tenho os recursos, conexões e insights de Warren Buffett necessários para administrar responsavelmente um portfólio concentrado.

Por esse motivo, prefiro distribuir minhas apostas em uma variedade razoável de ações diferentes. Dessa forma, evito “me acertar no pé” com uma aposta concentrada que azeda.

Dessa forma, quanto menos ações você possuir, maior será o desvio de seu portfólio do retorno do mercado. Então, quantas ações com pagamento de dividendos você deve possuir para maximizar os benefícios da diversificação? Muitos estudos acadêmicos tentaram responder a essa pergunta nos últimos 50 anos.

Estudos que reafirmam a diversificação de carteira de investimentos

Associação Americana de Investidores Individuais (AAII) escreveu um artigo citando que: 

“Manter uma única ação em vez de uma carteira perfeitamente diversificada aumenta a volatilidade anual em aproximadamente 30% (...) Assim, o investidor em ações únicas experimentará retornos anuais que atingem em média 35% acima ou abaixo do mercado — com alguns anos mais próximos do mercado e alguns anos mais distantes do mercado. ”

O estudo AAII continuou afirmando que, de maneira geral, o risco diversificável (ou seja, específico da empresa) será reduzido pelos seguintes valores:

Um estudo mais recente foi lançado no final de 2014 em um artigo intitulado: “Diversificação do portfólio de ações: quantas ações são suficientes? Evidências de cinco mercados desenvolvidos. ”

Uma boa média para diversificar sua carteira de dividendos

Os estudos apontam que é necessário um número maior de ações para diversificar o risco durante períodos em que os mercados estão em dificuldades financeiras. Nesse sentido, as correlações entre as ações são geralmente as mais altas nesse tipo de ambiente.

Nos EUA, os pesquisadores concluíram que: 

Para assegurar a redução de 90% do risco diversificável em 90% das vezes, a média de ações é aproximadamente 55. No entanto, em tempos de angústia, pode aumentar para mais de 110 ações.

Apenas a partir desses dois estudos, parece responsável possuir entre 25 e 100 ações

Porém, além da matemática por trás da diversificação, os investidores também devem considerar fatores exclusivos de sua situação financeira pessoal

Portanto, quanto menor o seu portfólio, maior o impacto que os custos de negociação terão no retorno total. 

O que um investidor individual pode fazer

Logo, os investidores com contas pequenas devem considerar a compra de ETFs de dividendos, ao invés de ações individuais. Assim, é possível economizar custos de negociação e obter diversificação imediata.

Quanto mais posições você possuir, menos tempo de pesquisa você terá para dedicar a conhecer muito bem suas empresas.

Embora altamente subjetivo, acredito que manter de 20 a 60 ações na carteira de dividendos forneça um equilíbrio razoável entre: 

Boas práticas

Ações de alta qualidade com uma gama mais estreita de resultados potenciais podem ajudar a reduzir surpresas e riscos. Logo, uma boa prática é se concentrar nessas ações a fim de apoiar uma carteira de dividendos mais concentrada. Ou seja, manter aproximadamente 20 empresas. 

Enquanto que um portfólio cheio de ações mais arriscadas pode optar por uma maior diversificação, com mais de 60 ações.

Também prefiro ponderar aproximadamente minhas posições. Porque é muito difícil saber quais são os melhores desempenhos ao longo prazo.

No final do dia, cada investidor tem uma opinião única sobre quanta diversificação é "suficiente". E também sobre quanto risco está disposto a correr.

Depois de me estabelecer um número ideal de participações, prefiro ponderar igualmente minhas posições. Afinal, é muito difícil saber quais ações continuarão a ter o melhor desempenho ao longo prazo.

Fator de risco 2: Diversificação da indústria

Muitos investidores ainda acabam com uma carteira de dividendos pouco diversificada. Ainda que possuir um número maior de ações possa proporcionar benefícios de diversificação.  

Isso porque são atraídos por tipos específicos de ações. Por exemplo, produtos de consumo com marcas conhecidas. Ou ainda atraídos por “regras” de investimento.  Por exemplo, apenas compram ações com preço X, taxas de lucro / lucro inferiores a 12x e etc.

Infelizmente, possuir um número de ações com características semelhantes não fornece diversificação adequada. Afinal, os estoques de indústrias semelhantes geralmente são sensíveis aos mesmos fatores e se movem juntos no mercado. Ou seja, são altamente correlacionados.

Só para ilustrar, se um fator compartilhado, como taxas de juros ou preço do petróleo, se tornar desfavorável, seu portfólio poderá ter um desempenho significativamente inferior ao mercado.

Dessa maneira, escolher ações de diferentes setores e indústrias ajuda a diversificar esse risco. Pois, quando alguns setores estão lutando, outros provavelmente estão indo bem.

Orientando pela divisão por setor do S&P 500

S&P 500 é dividido por setores. Você poderá constatar que um setor apenas responde por mais de 20% do mercado geral (tecnologia da informação). Minha preferência pessoal é investir não mais de 25% do meu portfólio em um único setor. Além disso, tento possuir empresas com pouca sobreposição em suas operações reais.

diversificação do setor é importante porque você nunca sabe quais áreas do mercado podem entrar ou sair de favor.

No entanto, a diversificação do setor não deve custar violar os princípios de avaliação. Nem se estender para fora do seu círculo de competência.

Só porque os produtos básicos do consumidor representam cerca de 7% do S&P 500 não significa que você deve comprar uma ação nesse setor se não conseguir encontrar uma que tenha um preço atraente.

De semelhante importância, você não deve diversificar para uma ação ou setor que esteja fora da sua zona de conforto.

Por exemplo, muitos investidores conservadores continuam subponderados no setor de tecnologia porque seu ritmo de mudança é muito rápido. Tentar prever quais empresas de tecnologia ainda serão relevantes em cinco anos pode ser um desafio.

O ponto principal é que você deve ser intencional com sua diversificação entre setores e modelos de negócios. Por outro lado, não precisa jogar em qualquer lugar. Atenha-se a áreas do mercado com as quais você se sente confortável e use o bom senso ao procurar diversificar.

Fator de risco 3: alavancagem financeira

A alavancagem financeira amplia os retornos recebidos pelos acionistas. Assim, é um dos principais fatores a serem observados ao procurar ações seguras. Quanto mais dívida uma empresa tiver, mais o preço das ações poderá variar, dependendo das condições da empresa.

Dessa forma, empresas com grandes cargas de dívida e modelos de negócios mais cíclicos geralmente possuem ações mais voláteis.

Se as taxas de juros aumentarem significativamente e as condições de crédito se estreitarem, algumas das empresas de alta qualidade e alavancadas poderão ter problemas.

Ao construir uma carteira de dividendos, é importante estar ciente da qualidade geral do crédito de suas participações.

Para a maioria dos tipos de negócios, prefiro ver: 

Assim, nossas pontuações de segurança de dividendos dão um peso significativo a esses fatores.

Fator de risco 4: tamanho importa

Finalmente, chegamos ao quarto fator mais importante. Vamos compreendê-lo!

Historicamente, empresas com pequeno valor de mercado exibiram maior volatilidade no preço das ações do que ações de grande valor.

Quanto maior a empresa, maior o número de compradores e vendedores para negociar ações. A disponibilidade de compradores e vendedores é conhecida como liquidez.

Quando você insere um pedido de compra ou venda de ações da Coca-Cola, por exemplo, alguém deve estar do outro lado do negócio e concordar com o preço solicitado para o comércio ser executado.

As empresas de pequena capitalização (ações com capitalização de mercado inferior a US $ 2 bilhões) podem ter significantemente menos liquidez em comparação com as empresas de grande capitalização.

Com menos compradores e vendedores, nem sempre é tão fácil entrar e sair de posições. Além disso, o spread entre o preço que um vendedor está pedindo e o preço que um comprador está disposto a pagar pode se tornar muito amplo.

Sendo assim, com menos liquidez de negociação

As ações de pequenas capitalizações podem ter desempenho significativamente superior ou inferior às ações de grandes capitalizações. Isso em diferentes ambientes de mercado.

Os estoques de pequena capitalização também são mais voláteis. Pois, seus negócios costumam ser menos diversificados do que as grandes capitalizações.

Desde 1989, o Russell 2000, que contém principalmente ações de pequena capitalização, exibiu volatilidade significativamente maior (desvio padrão) do que o Dow Jones e o S&P 500.

Se for composto principalmente de ações de pequenas capitalizações, espere que seu portfólio também demonstre maior volatilidade.

Volatilidade de preços e horizonte temporal

Além dos quatro fatores de risco mencionados acima, os investidores devem entender o beta (volatilidade dos preços). Dessa forma, aproveitar seus períodos de retenção de longo prazo para melhorar sua carteira de dividendos.

Beta mede a volatilidade do preço de uma ação em relação ao mercado. Por definição, o mercado tem um beta de 1,0. E as ações individuais são classificadas de acordo com o quanto elas se desviam do mercado.

Assim, uma ação que oscila mais do que o mercado ao longo do tempo tem um beta acima de 1,0. Se uma ação mudou menos que o mercado, o beta da ação é menor que 1,0.

Então, o beta de uma ação é amplamente determinado por alguns dos fatores de risco mencionados anteriormente. As empresas menores, com grandes quantidades de alavancagem financeira e modelos de negócios menos previsíveis, geralmente, terão betas mais altos.

Embora o beta seja retrospectivo (ou seja, uma ação com baixa volatilidade de preços historicamente não necessariamente terá baixa volatilidade no futuro), ainda é útil para os investidores entenderem. Pois, cada um de nós tem diferentes tolerâncias a riscos e tendências emocionais.

Desse modo, um portfólio preenchido com ações com valores beta maiores que 1,0 provavelmente aumentará e diminuirá muito mais do que uma carteira preenchida com ações beta baixas.

Ressalvas

É importante ressaltar que o beta é baseado na volatilidade de preços relativamente ao curto prazo. Que ignora os fundamentos subjacentes aos negócios.

Ou seja, para investidores de dividendos de longo prazo, um beta alto ou baixo não indica se um investimento será ou não bem-sucedido nos próximos cinco anos.

Como investidores individuais, uma de nossas maiores vantagens é poder manter ações por períodos muito mais longos, para permitir que seus fortes fundamentos subjacentes se reflitam no preço das ações.

Ao criar sua carteira de dividendos, lembre-se de que está correndo uma maratona, não uma corrida.

Geralmente, é melhor possuir ações de qualidade. Então, aumentar as negociações comerciais a um preço razoável. Isso é melhor do que permanecer à margem tentando cronometrar o mercado ou jogar o jogo dos ganhos trimestrais. Assim, deixe seu longo horizonte de trabalho trabalhar para você.

Comentários finais

Construir uma carteira de dividendos é parte da arte, parte da ciência. A construção de um portfólio ideal depende, sobretudo, dos objetivos de um indivíduo, tolerância a riscos e capital disponível.

Dessa forma, compreender os principais fatores de risco que influenciam os retornos e a volatilidade de um portfólio pode nos ajudar a evitar riscos desnecessários.

Vale a pena lembrar as seguintes diretrizes de gerenciamento de riscos:

Então, tendo em mente os fatores acima, revise seus objetivos pessoais. Você está se aproximando da aposentadoria e quer criar um fluxo de renda seguro e constante para se sustentar? 

Você está investindo para seus netos, procurando mais equilíbrio entre renda e valorização do capital ao longo prazo? 

Qual é a sua tolerância ao risco? Quanto tempo você está disposto a comprometer-se a ficar atual com seu portfólio?

Responder essas perguntas é fundamental para definir a composição da sua carteira de dividendos. Além do número de ações, também suas características. Por exemplo, rendimento de dividendos, volatilidade de preços, índices de segurança de dividendos e etc.

Gostou do conteúdo? Se tiver alguma dúvida, fale com a Pride One. Podemos apontar as melhores soluções do mercado cambial e de investimentos internacionais para o seu caso.

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Carlos Augusto
Founder / CEO – Pride One

Como analisar empresas para investir na bolsa americana?

Como analisar empresas para investir na bolsa americana?

“Como analisar empresas para investir na bolsa americana?” Felipe se pergunta após resolver investir em ações americanas.

Felipe cresceu profissionalmente, se tornou um empresário bem-sucedido e passou a sentir a necessidade de alocar seu dinheiro de maneira mais rentável. Na poupança, suas economias pareciam estagnadas. Então, passou a procurar investimentos mais promissores

Nesse meio tempo, chegou à conclusão que ainda precisava diversificar seus investimentos. Além disso, observou que centralizar seu patrimônio em um único país, sobretudo um com instabilidade política e econômica, poderia significar um risco ao seu patrimônio. 

Finalmente, encontrou na bolsa de valores USA uma oportunidade de investir no exterior e obter rendimentos mais interessantes. Afinal, a economia norte-americana é a maior do mundo. No total, os mercados acionários dos EUA valem mais de US$ 30 trilhões

Mesmo em tempos de crise, Felipe ficou sabendo que poderia continuar investindo na bolsa. Por exemplo, sendo um investidor de crescimentos de dividendos.

Então, ficou interessado e disposto a operar na bolsa americana. Mas, como analisar empresas para investir na bolsa? Como escolher as melhores empresas e obter retorno sobre o investimento? Essas foram suas principais dúvidas.

Pride One tem ajudado muitos “Felipes” a expandir seus investimentos internacionalmente. Você é como ele? Quer descobrir como tirar o melhor proveito da bolsa e investir no exterior? Continue lendo e veja como escolher as melhores empresas para investir na bolsa dos EUA!

Como analisar empresas para investir na bolsa?

De fato, é fundamental observar os indicadores de empresas para criar um portfólio de investimentos. Além de ajudar na escolha do investimento, esses indicadores também são essenciais para fazer o acompanhamento trimestral delas. Mas, por que trimestral? Porque é a periodicidade que as organizações divulgam os relatórios.

Todavia, não é necessário utilizar fórmulas ou buscar as informações em diversos sites. Nem procurar o balanço de cada empresa que temos interesse. Claro que você pode fazer isso, mas existem formas mais práticas de chegar a uma escolha promissora.

Só para exemplificar, existem bons sites que fornecem informações atualizadas, consolidadas e de fácil leitura e interpretação. Algumas plataformas são gratuitas, com acesso limitado e outras com possuem serviços de assinatura com acesso ilimitado. 

Assim, se você procura por empresas para investir na bolsa, uma forma de agir com base em dados é usar essas plataformas.

Aqui na Pride One, usamos o serviço da Simply Wall Street, que oferece no plano grátis o reporte de 10 empresas por mês. Para acesso ilimitado são US$115, faturado anualmente.

Por outro lado, também é importante saber analisar essas empresas. Continue lendo e veja o que você precisa observar para chegar a um investimento mais interessante.

Analise o Valuation da empresa

Antes de tudo, você precisa saber que Valuation é o termo em inglês para “Avaliação de Empresas”. Ou seja, é o processo de estimar quanto uma empresa vale, determinando seu preço justo e o retorno de um investimento em suas ações.

Existem diversas formas de avaliação, sendo as mais comuns: 

Aqui na Pride One, usamos uma ferramenta que nos permite avançar com facilidade em outros indicadores. Dessa forma, conseguimos fazer uma análise mais abrangente e precisa. Consequentemente, isso também nos ajuda a otimizar nosso tempo.

Usando o Simply Wall Street

Então, pode meio dessa ferramenta, identificamos a saúde de uma empresa e principais KPI’s (Key Performance Indicator) ou Indicadores-Chave de Desempenho num gráfico chamado Executive Summary. Funciona como um radar que foi divido por 5 tópicos, a saber:

Assim, utilizando a ferramenta, é possível rapidamente ver como a empresa se enquadra nesse gráfico. Ainda conseguimos abrir esses critérios e detalhar as informações. Logo, é uma maneira bem interessante de entender o Valuation de uma empresa.

Desse modo, temos uma visão geral das opções do mercado de ações e conseguimos escolher as melhores empresas para investir na bolsa dentro de determinado período.


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Fique de olho nas informações de Management 

Além desses recursos, também é interessante analisar as informações de Management. Esse dado nos mostra quem é o principal executivo, ou seja, o CEO da empresa.

Essa ferramenta nos permite fazer uma Análise de Remuneração por ele recebida e a Company Information, com Name, Ticker, Exchange, Founded, Industry, Sector, Market Cap, Shares outstanding e Website.

Assim, definimos e fazemos a gestão do portfólio de investimento por meio de uma análise fundamentalista consistente. Logo, chegamos às opções mais interessantes de empresas para investir na bolsa.

Portanto, se você é como Felipe e quer entrar com o pé direito no mercado de ações, faça uma análise precisa das alternativas de investimento. A bolsa americana é uma forma de expandir seus rendimentos para o exterior e se beneficiar com rendimentos em uma moeda mais sólida e valorizada. Mas, é preciso tomar decisões com base nesse levantamento de empresas para investir na bolsa.

Se você quiser contar com a expertise da Pride One, entre em contato e vamos bater um papo sobre suas aspirações financeiras. Estamos aqui para ajudar novos investidores!

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Carlos Augusto
Founder / CEO – Pride One

O que é contrato Absoluto NNN e como ser bem sucedido com ele

O que é contrato Absoluto NNN e como ser bem sucedido com ele

Já sonhou com independência financeira? Se sim, o primeiro passo é começar a fazer investimentos mais inteligentes. Se você já se deu conta da instabilidade da moeda nacional, então já pensou em diversificar investimentos em outros países. Nesse sentido, o contrato Absoluto NNN é a melhor opção para quem deseja investir em imóveis comerciais pensando em sua locação.

Porém, é fundamental conhecer os termos do contrato. Além de entender as letras miúdas a fim de fechar o melhor negócio pensando em alugar o imóvel comercial. Existem várias opções diferentes de leases disponíveis em propriedades comerciais. Inclui, por exemplo, gross, net, triple net e absolute NNN leases, que podem ter especificações ou variações exclusivas do lease/lessor agreement.

Embora geralmente existam algumas diferenças importantes que ajudam a distinguir as várias opções de arrendamento, muitos investidores ainda têm dúvidas entre o arrendamento triple net e o absoluto. Ou seja, nas locações NNN.

A Pride One sempre busca as melhores opções de investimentos para os seus clientes, olhando todos aspectos: investimento, retorno, segurança, liquidez e entre outros critérios. Por isso, aqui vamos mostrar as diferenças entre esses dois arrendamentos de imóveis, por sua vez muito semelhantes. 

Abordaremos também algumas vantagens e riscos que você deve saber ao considerar investir em uma propriedade comercial com arrendamento de longo prazo como parte do acordo. Continue lendo e fique por dentro do contrato Absoluto NNN.

O que é um contrato Absoluto NNN?

Um contrato Absoluto NNN lease, também conhecido como arrendamento garantível, é um contrato entre o proprietário do bem comercial e o inquilino no qual o inquilino é responsável não apenas pelo aluguel mensal do edifício, mas também por todas as despesas desse imóvel. 

Desse modo, as locações absolutas da NNN responsabilizam o inquilino por:

Assim, imóveis em contrato Absoluto NNN lease são investimentos populares, pois fornecem renda estável de baixo risco. Por outro lado, o aluguel pago pelo inquilino tende a ser mais baixo. Afinal, é ele que será o responsável pelos custos do imóvel.

Em suma, são esses aspectos que você deve considerar ao investir no mercado imobiliário visando o rendimento do aluguel.

Absolute NNN Lease vs Triple Net Lease

Um arrendamento net triple também é frequentemente chamado de arrendamento da NNN. Isso porque geralmente inclui três responsabilidades financeiras principais. Essas responsabilidades financeiras são repassadas ao inquilino de uma propriedade comercial. A saber:

Logo, a maior diferença entre os dois é que as concessões net triple geralmente não incluem reparos na estrutura ou no teto como responsabilidades do inquilino. Porém, essas despesas são repassadas ao inquilino em um contrato Absoluto NNN.

Por que a confusão entre Triple Net e Absolute NNN Leases?

Pode parecer uma diferença sutil, mas caso não seja especificado no anúncio da propriedade, as confusões começam a surgir. 

Imagine que um imóvel comercial foi anunciado como uma propriedade triple net. Um investidor poderá entrar na compra pensando que todas as despesas são de responsabilidade do inquilino. Mas depois acaba descobrindo que será responsável pelos custos relacionados a reparos no telhado ou trabalho estrutural no prédio.

Como você se sentiria ao pensar que estava investindo em um tipo de contrato garantível. Porém, descobre que terá um custo com o qual não contava? É um imprevisto financeiro que nenhum investidor deseja, não é verdade?

Por isso, é fundamental se certificar que o imóvel comercial esteja dentro de um contrato Absoluto NNN. Portanto, não confunda com o arrendamento Triple Net, o qual exclui do inquilino as responsabilidades dos custos estruturais e do telhado do imóvel.

Como ter sucesso com contrato Absoluto NNN?

O contrato absoluto NNN representa a oportunidade de receber o aluguel líquido de um imóvel comercial. Logo, trata-se de um caminho mais lucrativo para os investidores. Além de oferecer um fluxo de renda estável e mais seguro quanto ao retorno do investimento. 

Dessa maneira, veja agora algumas dicas que vão ajudar na sua decisão de aquisição de imóveis comerciais visando esse tipo de rendimento:


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Vantagens de escolher um especialista do setor

Acima de tudo, trabalhar com um especialista do setor garantirá a escolha da propriedade comercial perfeita em contrato Absoluto NNN. Ou seja, sem surpresas financeiras ao longo da negociação.

A PRIDE ONE conta com uma equipe exclusiva de especialistas em leasing líquido, formada em parceria com um renomado licenciador internacional do segmento. Dessa forma, dominamos todos os detalhes dos diversos tipos de leasing comercial. Além disso, nossa atuação é integralmente centrada no cliente. Portanto, conte sempre com a PRIDE ONE para tornar sua experiência em câmbio e investimento internacional a melhor possível. Esse é o nosso propósito.

Assim sendo, conheça aqui uma oportunidade disponível para investimento:

O que é e quais as vantagens do contrato Absoluto NNN

ABSOLUTE NNN BURGER KING PALM BEACH COUNTY, FL

Próximo de:

Fale conosco agora mesmo! Vamos ajudar você a potencializar seu investimento com contrato Absoluto NNN.

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Carlos Augusto
Founder / CEO – Pride One

Vale a pena investir na bolsa de valores americana? Veja como!

Vale a pena investir na bolsa de valores americana? Veja como!

A palavra do momento é “crise”, não é verdade? Sobretudo no Brasil, vivemos crises políticas, socioeconômicas, cambiais e etc. Como a pandemia do novo Coronavírus, vemos crises ao redor do mundo. Então, pode parecer que nenhum investimento está seguro e você pode começar a se perguntar se vale a pena investir na bolsa de valores americana, mesmo em um cenário mundial caótico.

Vamos lá... Antes de tudo, não existe investimento isento de riscos. Por outro lado, as crises e seus riscos podem representar também boas oportunidades de faturamento. Por exemplo, investimentos em crescimentos de dividendos.

Então, o que o investidor precisa fazer após ter conhecimento das oportunidades de investir nos Estados Unidos é traçar o melhor caminho para sua jornada financeira.

Aqui na Pride One, aplicamos a estratégia de avançar e focar em investimento em ações de empresas e reit’s - Real Estate Investment Trust — que apresentem potencial de crescimento, pagamentos de dividendos consistentes, governança e participem de mercados de interesses.

Neste artigo, vamos mostrar algumas métricas que utilizamos para avaliar uma empresa antes de estruturarmos o nosso portfólio. Confira! 

Bolsa de valores americana: o que são dividendos?

Em primeiro lugar, dividendo é uma forma de remuneração que as empresas fazem aos seus acionistas de tempos em tempos.

Esta remuneração é feita em dinheiro, sendo anunciada pelo Conselho de Administração. Então, é estabelecida uma data para o seu pagamento.

Portanto, os dividendos são a parte que os investidores têm dos lucros da companhia, uma vez que são sócios dela.

Obviamente, os dividendos recebidos são proporcionais a quantidade de ações possuídas. Dessa forma, quanto maior o número de ações, maior será o valor de dividendos recebidos.

Assim sendo, quando uma empresa obtém lucro de suas operações a gestão da empresa pode escolher entre duas opções: 

Por outro lado, uma organização precisa crescer os lucros de maneira representativa para justificar a retenção dos lucros ao invés da distribuição de dividendos.

Como funciona na prática

De maneira geral, a frequência da distribuição dos dividendos pode variar em termos temporais. Pode ser mensal, trimestral, semestral ou até anual. Desse modo, cada empresa tem a sua política de dividendos. Porém, o mais usual é trimestral.

Um fator interessante: os dividendos são pagos independente da variação da cotação de uma ação. Ou seja, as ações podem estar em queda ou em alta e seu patrimônio oscilar. Mas, os dividendos são pagos independente das condições do mercado.

Portanto, os dividendos dependem apenas da capacidade da empresa de gerar caixa para pagar dividendos, e não do “humor” do mercado acionário. E as empresas que pagam dividendos geralmente construíram um posicionamento de mercado sólido e estão em um estágio mais maduro, já tendo passado por um ciclo de crescimento elevado no passado e agora apresentam taxas moderadas de crescimento.

Então, se você está se perguntando se vale a pena investir na bolsa de valores americana, considere ser um investidor de crescimento de dividendos!

Dividendos: quais as principais métricas para análises?

Todo investimento precisa de acompanhamento e análises. Com os dividendos não é diferente. Assim, quem aplica esse tipo de estratégia deve acompanhar algumas métricas importantes. 

Estas métricas ajudam o investidor a ter uma visão sobre a saúde da empresa. Assim, é possível saber se uma determinada empresa é interessante para o investidor interessado em dividendos.

Desse modo, as métricas mais importantes para quem quer estudar dividendos e investir na bolsa de valores americana são:

Dividendo Yield 

É a métrica que resulta da divisão dos dividendos pagos nos últimos doze meses pelo preço de uma ação. Por exemplo, se uma empresa pagou R$1,00 de dividendos nos últimos anos e vale R$20,00 na bolsa de valores americana, o seu Dividendo Yield será de 5% (R$1,00/R$20,00). 

Em teoria, quanto maior o Yield, melhor. Porém, na prática existem diversas empresas com Dividendos Yield elevado, mas que não são bons investimentos. Pois, seus dividendos não são sustentáveis.

Payout

Esta métrica é o resultado da divisão dos dividendos distribuídos e o lucro de uma empresa.

Por exemplo, se a empresa distribuiu R$50 milhões de dividendos nos últimos doze meses e lucrou R$100 milhões, o seu payout será de 50% (R$50mi/R$100mi).

O valor que não é distribuído na forma de dividendos é retido pela empresa. Este valor retido é usado para a companhia fazer investimentos, realizar aquisições ou reduzir o seu endividamento.

Dessa forma, existem algumas empresas que conseguem crescer distribuindo quase que a totalidade de seus lucros. Posteriormente, explicaremos como essas organizações conseguem agir dessa maneira. 

Em suma, empresas que conseguem crescer distribuindo dividendos costumam representar ótimos investimentos. Portanto, vale considerar em seus investimentos na bolsa de valores americana.

Endividamento

Ao analisar o dividendo de uma empresa é importante estar de olho também na sua saúde financeira. Uma organização com endividamento elevado dificilmente conseguirá manter um patamar de dividendos elevados durante muito tempo.

Então, como medir se o endividamento é elevado? Existem duas métricas importantes que medem o endividamento. Ambas utilizam o endividamento líquido como parte da equação.

Dívida líquida é o quanto que a empresa deve aos credores descontados o que a empresa tem em aplicações financeiras. Se ela deve R$200 milhões e tem R$50 milhões em aplicações, a sua dívida líquida é de R$150 milhões (R$200mi-R$50mi).

Sendo assim, instituições que têm endividamento controlado são mais seguras e menos expostas à boa vontade dos bancos. Mesmo em tempos de crise.

Bolsa de valores americana: o poder dos juros compostos e da reaplicação de dividendos

Os juros compostos, também conhecido como “juros sobre juros” são mecanismos poderosos de geração de riqueza ao longo prazo. De maneira geral, são frequentemente menos prezados pelos investidores e pelas pessoas.

Porém, os juros compostos nada mais são do que juros que se acumulam sobre o capital principal e também sobre os juros já acumulados em um investimento. Diferentemente dos juros simples, que são mecanismos em que o juro é cobrado apenas sobre o valor inicialmente investido. Por outro lado, nos juros compostos, os juros e o retorno são pagos sobre o montante atualizado. Incluindo os juros já recebidos.

Dessa forma, um investimento que está sobre juros compostos receberá os juros ou rendimentos de sua aplicação. E o próximo juro recebido será não apenas sobre o valor inicial, mas sobre o montante total, incluindo os juros. Assim sendo, os juros compostos possibilitam um efeito multiplicador poderoso e mais rápido.

Exemplo prático

Imagine que um investidor aplique R$ 10.000,00 em um investimento de juros simples. (Uma Letra de Câmbio, por exemplo). Imagine que seja um investimento de 5 anos de duração e que pague 0,80% ao mês líquido de IR. Esse investidor receberá R$ 80,00 por mês durante esses 5 anos. Pois, os 0,80% remuneram sempre sobre o capital inicialmente aportado, e não o acumulado (Juros simples).

Então, ao final desse período, o investidor teria recebido R$ 4.800,00. Ou seja, um retorno total aproximado de 48% sobre o capital inicial. 

No caso de um investimento com juros compostos, como a taxa incide sempre sobre o montante atualizado, incluindo juros, o retorno acaba sendo muito superior, principalmente em períodos mais longos. Caso consideremos os mesmos R$ 10.000,00 sobre a mesma aplicação, mas com juros compostos, o resultado obtido em juros nos mesmos 5 anos seria de R$ 6.420,49. Portanto, um resultado cerca de 30% maior.

Usando os juros compostos através dos dividendos 

No caso do investimento em ações, ou fundos imobiliários, os juros compostos também podem estar presentes. Dessa maneira, podem gerar resultados ainda muito maiores, basta o investidor ter o hábito de reinvestir seus dividendos.

Viu como vale a pena estudar as oportunidades da bolsa de valores americana e do mercado financeiro?

Aqui na Pride One entendemos que é fundamental reaplicar seus dividendos durante a fase de formação de sua carteira previdenciária, já que é esse hábito que possibilitará a multiplicação do patrimônio no longo prazo. 

Dessa forma, investir com foco em dividendos no longo prazo é uma tarefa que requer paciência e pode levar muito tempo até que o investidor adquira um montante que julgue razoável. Mas, os persistentes e pacientes são os maiores recompensados no longo prazo!

Sendo assim, quando o investidor recebe os dividendos e utiliza-os para comprar mais ações, o número de ações da carteira cresce e o próximo pagamento de dividendos terá como base uma posição acionária maior.

Renda Fixa X Dividendos

Um ponto bastante comum que leva os investidores evitarem a renda variável e o investimento em ações é comparar o Dividend Yield de uma empresa com o juro de uma renda fixa.

Entendemos que essa comparação seja equivocada tendo em vista os pontos que explicaremos a seguir. Por outro lado, os juros da renda fixa dependem das taxas de juros. Logo, se essas taxas são estáveis ou decrescentes, os juros também não irão crescer.

Acompanhe e veja como a bolsa de valores e os dividendos podem ser mais vantajosos para sua carteira de investimentos!

As empresas e seus dividendos crescem

De maneira geral, os dividendos e as distribuições de proventos de uma empresa tendem a evoluir no longo prazo. Afinal de contas, as companhias podem crescer, investindo em novos projetos, na expansão de suas operações, reajustando os preços de seus serviços /produtos e também tendo um aumento da demanda em sua atividade.

Imagine uma situação em que um investidor realizou o investimento de R$ 10.000,00 em ações de uma empresa que cresce, em média, 10% ao ano em termos nominais e negocia hoje com um Dividend Yield de 5%. Esse investidor receberá cerca de R$ 500,00 no primeiro ano.

Caso esse investidor resolva utilizar todos seus dividendos como complemento de renda para ajudar a custear suas despesas pessoais, dentro de 10 anos, estará recebendo cerca de R$ 1.300,00. Além disso, como a empresa cresceu, seu capital naturalmente evoluiu com a valorização de suas ações, tornando o seu capital principal maior e superior à inflação do período.

Empresas que cresceram seus dividendos: como funciona na prática na bolsa de valores americana

No mercado de ações e da bolsa de valores americana é comum encontrarmos instituições que cresceram suas distribuições de proventos ao longo do tempo. Afinal, como já ressaltamos, as empresas tendem a crescer e expandir seus lucros.

Como os dividendos não são nada mais do que parcelas de seus lucros que são distribuídas, se os lucros crescem, os dividendos refletem esse crescimento naturalmente.

Partindo dessa premissa, podemos avaliar que uma empresa que paga hoje cerca de R$ 0,50 por ação ao ano, e que representa 4% ao ano em Dividend Yield, caso essa empresa obtenha um crescimento médio de 15% ao ano, este valor dobraria a cada 5 anos, assim, esta quantia seria quadruplicada em 10 anos.

O ideal é combinar

Entendemos que uma das formas mais inteligentes de se investir em ações na bolsa de valores é investindo em empresas que já apresentem um Dividend Yield razoável atualmente (pelo menos 4%), mas que também tenham boas perspectivas de crescimento.

Assim, o investidor não abrirá mão no presente da geração de uma renda atrativa através de proventos. Mas, principalmente, obterá um crescimento de sua renda passiva ao longo do tempo, por conta do crescimento desses dividendos.

Assim, investir em empresas com essas características é uma forma bastante eficiente e comprovada de se obter retornos interessantes no longo prazo na bolsa de valores americana e ainda gerar uma generosa renda de proventos no futuro.

Empresas que pagam dividendos interessantes e que também crescem são as que costumam entregar um dos maiores retornos aos investidores no longo prazo.

Já empresas em setores decadentes, empresas endividadas, mal administradas, que não investem de forma eficiente e nem cresceram seus resultados de forma expressiva no passado, dificilmente conseguirão entregar dividendos constantes aos seus acionistas e muito menos crescentes. Dessa forma, este tipo de empresa deveria ser evitada pelos investidores.


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Bolsa de valores americana: avaliando perspectivas

Já entendemos que empresas que crescem entregam retornos elevados e aumentam suas distribuições de dividendos, inclusive podendo gerar retornos bem mais elevados que instrumentos de renda fixa. Mas o investidor pode se perguntar: “como avaliar se uma empresa poderá de fato crescer?”.

Avaliar se uma empresa tem de fato um potencial expressivo de crescimento requer alguns estudos, mas é uma tarefa acessível a todos investidores.

Em geral, para analisar as perspectivas de crescimento de uma empresa, devemos avaliar a gestão e os resultados históricos da companhia, que demonstram a eficiência da administração da empresa e o crescimento passado da companhia. Afinal, não adianta uma instituição fazer parte de um setor promissor, mas apresentar uma gestão pouco eficiente.

Desse modo, uma empresa que vem apresentando crescimentos expressivos ao longo do tempo demonstra que sua administração está sendo eficiente em gerir as operações da organização. E também está usufruindo do crescimento do segmento como um todo.

Métricas, indicadores e segmento

Além disso, é importante analisar outras métricas, indicadores e fatores a fim de investir nos EUA. A saber: 

Como ser bem-sucedido ao investir na bolsa de valores americana?

Ao decidir entrar neste mercado, você precisa definir um caminho e persistir nele com paciência. É necessário aplicar estratégias eficientes e acompanhar métricas capazes de indicar os resultados dos seus aportes.

Mesmo em tempos de crise, encontramos oportunidades relevantes no mercado. Nesse sentido, os dividendos de empresas fortes em setores promissores podem ser as melhores opções. Sobretudo, quando você tem ao seu lado uma consultoria experiente e confiante nesse mercado. Quer desfrutar dessas oportunidades e vencer a volatilidade com um suporte qualificado? Criar um patrimônio sólido por meio das vantagens da bolsa de valores americana, sem temer crises nacionais ou internacionais? Conte com a Pride One! Somos especialistas em investimentos internacionais e operações de câmbio.

Fale conosco e vamos traçar o seu caminho nesta jornada!

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Carlos Augusto
Founder / CEO – Pride One

Como investir nos Estados Unidos? Aprenda com a Pride One!

Como investir nos Estados Unidos? Aprenda com a Pride One!

Como investir nos Estados Unidos? Você já analisou o quanto mudamos de moeda (Réis, Cruzeiro, Cruzeiro Novo... Até chegar ao atual Real). E também já conheceu a história de venezuelanos que tinham um patrimônio, mas ao concentrar sua riqueza em um país, perderam sua qualidade de vida, mesmo ao migrar para países desenvolvidos. 

Agora, você conhece o risco de centralizar seus recursos financeiros. Sobretudo, em países instáveis, como o Brasil. Então, quer diversificar e alçar novos voos. Sabe que a moeda americana é a alternativa universal para investir internacionalmente. Então, começa a pensar: 

“Ok me convenci de que é interessante ter uma parte do meu patrimônio alocada em outro mercado, em outra moeda, enfim. Quais alternativas eu tenho?”.

A resposta você encontra com a Pride One! Acompanhe e descubra as melhores alternativas de como investir nos Estados Unidos.

Como investir nos Estados Unidos: primeiros passos

Em primeiro lugar, é preciso mudar a mentalidade

Podemos dizer que o brasileiro é um pouco mal acostumado devido às alternativas de investimento com uma alta taxa de juros real. Com liquidez praticamente imediata e “garantida”. Por exemplo, um CDB com rentabilidade e liquidez diária que vai seguir a taxa Selic.

Por outro lado, a mentalidade nos EUA, ou em outros mercados internacionais, é outra. Assim, antes de entender como investir nos Estados Unidos, é necessário compreender o que é o mercado de capitas.

O que é o mercado de capitais

O mercado de capitais é um ambiente de distribuição de valores mobiliários. Seu objetivo é gerar o máximo de liquidez aos títulos emitidos e viabilizar o processo de capitalização. Como resultado, há rentabilidade para os investidores. 

A estrutura do mercado de capitais é formada por: 

Desse modo, essas entidades negociam os ativos mobiliários principais desse mercado, que são divididos da seguinte forma:

Renda Fixa

Os títulos enquadrados nessa categoria são os chamados ativos de dívida. Eles têm uma remuneração pré-acordada, que pode ser fixa ou variar de acordo com um indexador. Por exemplo, a Selic ou Certificado de Depósito Interbancário (CDI).

Só para ilustrar, vamos ver as opções de renda fixa a fim de imaginar como investir nos Estados Unidos:

Renda Variável

Por outro lado, os ativos classificados como renda variável são caracterizados por terem retornos não previsíveis. Dessa maneira, você nunca tem certeza de quanto vai ganhar e está mais suscetível às oscilações do mercado. Por isso, há um risco maior.

Ainda assim, vale a pena, após ter sua reserva de emergência formada. Afinal, é o ativo com maior potencial de rentabilidade, se comparado à renda fixa. 

Vamos analisar como investir nos Estados Unidos por meio de ativos de renda variável? 

Entre as alternativas de ativos estão:

Além desses, outros ativos podem ser negociados. Só para exemplificar, direitos e recibos de subscrição dos valores mobiliários. E também os certificados de depósitos de ações, contratos futuros e etc.

Todavia, vamos focar em ações de empresas com estratégia e fundamentos sólidos, que tenham pagamentos de dividendos recorrentes e seguros. Assim, com Reit’s com mesmas características.

O mercado de capitais nos EUA

Nos Estados Unidos, o mercado de capitais já está consolidado. Apesar de existirem quedas, as perspectivas sempre são positivas. Conforme Warren Buffet, maior investidor da história, citou:

“A América é uma poderosa máquina econômica que, desde 1776, funcionou e continuará funcionando”.

Mas, você pode estar se perguntando o que isso significa.

De fato, a economia dos Estados Unidos representa uma oportunidade para aproveitar e ganhar dinheiro

Enquanto as empresas continuarem em crescimento, você terá chance de evoluir também. Os avanços tecnológicos ainda contribuem mais, já que deixam a moeda americana mais forte.

Assim, ao optar por investir no mercado de capitais dos Estados Unidos, você está protegido das incertezas políticas e econômicas que afetam o Brasil

Esse já é um bom motivo para começar a investir, certo? Para aumentar sua certeza, a seguir, vamos explicar melhor a função do mercado de capitais. Dessa maneira, você vai entender como ele se relaciona aos investimentos nos Estados Unidos.

Qual a principal função do mercado de capitais

O mercado de capitais é constituído por um conjunto de instrumentos, instituições e agentes econômicos. A missão desses agentes é mobilizar recursos de poupança financeira de pessoas físicas, empresas e outras unidades econômicas que têm excedentes financeiros e promover sua alocação eficiente a fim de financiar a produção, a comercialização e o investimento das empresas e o consumo das famílias.

Então, perceba que sua função principal é garantir a captação de recursos pelas companhias do país a partir da emissão de valores mobiliários. A regra é válida para o Brasil e para os Estados Unidos.

A partir da emissão, pessoas físicas e jurídicas mobilizam seus recursos e fazem a compra dos ativos. A expectativa é de rentabilidade futura, no curto ou no longo prazo. Então, a aquisição é feita de maneira direta, sem intermediação.

Mas, qual a diferença entre o mercado brasileiro e o americano? Como investir nos Estados Unidos pode ser diferente?

A resposta é simples: a solidez.

Enquanto nos EUA este mercado existe há mais de um século, por aqui ainda é incipiente. Consequentemente, mais volátil.

A economia brasileira é emergente, lembram?

Desse modo, está mais suscetível a aspectos internos e externos. Portanto, há situações de quedas frequentes, o que não ocorre com tanta periodicidade no território americano.

Nesse contexto, o investimento no exterior tem como finalidade proteger seu patrimônio. Ainda mais quando as aplicações são feitas em dólar. Isso porque, se uma crise local afetar o Brasil, a moeda americana se valoriza. Logo, o seu investimento também é valorizado.

Viu como investir nos Estados Unidos vale a pena?

O que o mercado de capitais representa no mercado financeiro

Integrante do mercado financeiro, o ambiente dos ativos mobiliários é um dos mais democráticos. Ou seja, qualquer pessoa tem chance de investir, pois não existe valor mínimo para aplicação. Além disso, há muitos materiais na internet para ajudar nessa empreitada — um exemplo é este conteúdo.

Assim, você pode ganhar dinheiro, mesmo sem ser um expert. É claro que existem riscos, mas há alternativas para reduzi-los. Nesse sentido, uma das principais estratégias é a da diversificação. Ao aliar renda fixa e variável, você tem mais chance de obter o retorno desejado e compensar possíveis perdas.

Ainda podemos destacar que os interesses no mercado de capitais financiam diversas operações existentes no ambiente financeiro. As empresas têm chance de adquirir novos equipamentos, executar projetos e inovar.

O que isso significa?

Como investidor, você é o beneficiado ao receber o retorno do montante aplicado. Com os juros recebidos, conquista seus objetivos e constrói seu patrimônio. Ao mesmo tempo, aplica seu dinheiro em uma companhia transparente. Afinal, capital aberto implica divulgar os dados e as informações disponíveis.

Características do mercado de capitais americano

Número de empresas listadas:

Capitalização de mercado doméstico (USD trillion):

Considerando as 20 maiores bolsas de valores do mercado mundial, a NYSE e Nasdaq representam aproximadamente 45%. Sendo respectivamente 35% e 15%. Ocupam a primeira e segunda posição em capitalização do mercado global.

A B3 — Brasil Bolsa Balcão — ocupa a 20ª posição no mercado. Isso representa, aproximadamente, 1%. Também considerando as 20 maiores.

Principais índices das bolsas de valores dos EUA

Primeiro, vamos entender o que é S&P 500?

Esta é a abreviatura do Standard & Poor's 500 Index. Trata-se de um índice financeiro que lista as maiores ações (por valor) cotadas nas bolsas americanas.

Esse índice inclui 500 empresas líderes e reflete aproximadamente 80% da cobertura de capitalização de mercado de ações dos EUA. Ele surgiu oficialmente em 4 de março de 1957. Lançado pela Standard & Poor's (justamente daí vem o nome S&P).

Sua metodologia de constituição e ponderação o diferencia de índices como o Dow Jones Industrial Average ou o NASDAQ. Assim, muitos consideram a melhor representação do mercado de ações dos EUA e um barômetro da economia americana. O patrimônio estimado do S&P 500 está avaliado em cerca de US$ 20 trilhões, com uma pontuação média de 2,7 mil.

Além disso, ainda vale conferir:

O que é NASDAQ Composite?

NASDAQ Composite é um índice de mercado, considerado um dos mais importantes no universo financeiro. Principalmente, no mercado de capitais dos EUA. Ao lado de Dow Jones Average e S&P 500, é um dos três mais acompanhados.  E também é o mais “jovem” deste grupo.

Desse modo, para calcular o NASDAQ Composite, são consideradas mais de 3.300 ações listadas na Bolsa NASDAQ. Por sua vez, é o 2º maior mercado de ações do mundo, depois da Bolsa de Nova Iorque.

Ainda, podemos observar que esse índice favorece, principalmente, ações ordinárias de empresas de TI

Além disso, também inclui outros ativos, como REITs, ADRs, interesses em parcerias limitadas. Ações preferenciais, fundos (ETFs), units, debentures e outros derivativos não são elegíveis para compor o índice.

Vale a pena comentar que o NASDAQ Composite não inclui apenas empresas com sede nos EUA. Por isso, ele é seguido mundialmente por investidores que buscam compreender melhor o mercado financeiro. Logo, é um excelente recurso de aprendizado em como investir nos Estados Unidos.

O que é o índice Dow Jones?

Também conhecido como Dow Jones Industrial Average, está entre os principais indicadores financeiros do mercado de ações norte-americano. Para chegar a um resultado, o índice avalia as trinta grandes ações industriais registradas na Bolsa de Nova York. Na bolsa, são negociadas as ações das maiores empresas americanas. 

Foi criado em 1896, pelo jornalista Charles Dow com o apoio de seu parceiro de negócios Edward Davis Jones. Ambos, sócios-fundadores do The Wall Street Journal. Até hoje, o índice influencia investidores do mundo inteiro na análise do mercado e comportamento de preços das ações.

Como entender o mercado de capitais

Finalmente, para saber como investir nos Estados Unidos, vamos entender o mercado de capitais?

Existem duas classificações para este mercado. Elas representam o fluxo de recursos para o financiamento. Por isso, precisam ser compreendidas. Veja quais são elas:

Mercado primário

É o ambiente em que o título é emitido e negociado pela primeira vez. É conhecido como Initial Public Offering (IPO). Nesse momento, as empresas conseguem recursos para os investimentos necessários e os bancos obtêm capital para financiar as atividades.

Sendo assim, muitos investidores entendem o IPO como uma oportunidade para alcançar lucros elevados. Essa estratégia é baseada no lançamento em valor mais baixo, que tende a se valorizar em pouco tempo.

Mercado secundário

Neste, é realizada uma negociação entre dois proprietários de ativos. O objetivo é gerar liquidez aos ativos financeiros.

De maneira geral, você tende a rentabilizar mais com o mercado secundário. Afinal, pode vender na alta e comprar na baixa. No primário, você tem apenas uma chance de adquirir os títulos que deseja.

As quantias conseguidas são mais direcionadas aos investidores. Para rentabilizar seu capital, você nem sempre precisa vender os títulos que tem. Existem outras estratégias, a depender dos seus objetivos.

Agora que você já sabe como começar, que tal ver dicas práticas para investir nos EUA? Confira a seguir!


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Real Estates e Business.

Saindo do mercado de capitais, para concluir, podemos citar o mercado imobiliário e de negócios como alternativa de investimentos

aquisição de imóveis e operações de negócios também é uma estratégia muito utiliza por alguns investidores participantes desse mercado. Só para exemplificar, oportunidades em imóveis na área na Residencial, Comercial, Flipping Houses e de Negócios:

Portanto, antes de pensar em como investir nos Estados Unidos, abra sua mente para as características do mercado de capitais. Fique por dentro da sua representatividade no mercado financeiro americanos e as possibilidades de reduzir riscos. Para isso, alie investimentos de renda fixa e variável. Assim, sem dúvida, ao formar sua reserva de emergência, sua rentabilidade será maior e seu patrimônio estará mais assegurado.

Então, continue acompanhando nossos conteúdos e veja mais informações sobre como investir nos Estados Unidos!

#eusouprideone #iamprideone

Carlos Augusto
Founder / CEO – Pride One