108º aumento do dividendo mensal pela Realty Income Corporation - NYSE: O
108º aumento do dividendo mensal das ações ordinárias declarado pela Realty Income Corporation - NYSE: O
Realty Income Corporation (Realty Income, NYSE: O), The Monthly Dividend Company®, em 17 de setembro de 2020, anunciou que seu Conselho de Administração declarou um aumento no dividendo mensal em dinheiro das ações ordinárias da empresa para $ 0,2340 por ação de $ 0,2335 por ação.
O dividendo é pagável em 15 de outubro de 2020 aos acionistas registrados em 1 de outubro de 2020. Este é o 108º aumento de dividendo desde a cotação da Realty Income na NYSE em 1994.
A data ex-dividendo para o dividendo de outubro é 30 de setembro de 2020. O novo dividendo mensal representa um valor de dividendo anualizado de $ 2,808 por ação, em comparação com o valor do dividendo atual anualizado de $ 2,802 por ação.
A consistência é uma das razões pelas quais eu amo este negócio ...
"Continuamos comprometidos com a missão da nossa empresa de pagar dividendos mensais confiáveis aos nossos acionistas, que aumentam com o tempo", disse Sumit Roy, presidente e diretor executivo da Realty Income. "Nosso Conselho de Administração determinou mais uma vez que somos capazes de aumentar o valor do dividendo mensal para nossos acionistas, marcando o 108º aumento desde a listagem pública de nossa empresa em 1994. Com o pagamento do dividendo de outubro, teremos feito 603 pagamentos de dividendos mensais consecutivos ao longo de nossa história operacional de 51 anos. "
Sobre a empresa
Realty Income, The Monthly Dividend Company®, é uma empresa S&P 500 dedicada a fornecer aos acionistas uma renda mensal confiável. A empresa está estruturada como um REIT, e seus dividendos mensais são suportados pelo fluxo de caixa de mais de 6.500 propriedades imobiliárias sob contratos de arrendamento de longo prazo com locatários comerciais.
Até o momento, a empresa declarou 603 dividendos mensais de ações ordinárias consecutivas ao longo de sua história operacional de 51 anos e aumentou o dividendo 108 vezes desde a listagem pública da Realty Income em 1994 (NYSE: O).
Possuir um portfólio com empresas pagadoras de dividendos de crescimento seguros através da bolsa de valores dos Estados Unidos, sem temer crises nacionais ou internacionais?
O celular se tornou um importante instrumento de trabalho. Segundo uma pesquisa do IBGE, mais de 80% da população brasileira usa o aparelho para fins corporativos. Então, quando uma notificação chega ao dispositivo, naturalmente, você abre pensando que é algo importante. Mas, às vezes, é só mais uma oferta descontextualizada de um banco. Essa é apenas uma das queixas que levam à desbancarização.
Imagine que você queira fazer seu dinheiro render a seu favor. Então, vai ao banco e fala com o seu gerente. O atendente vem com uma série de respostas prontas, de produtos e serviços genéricos. Então, se você é cliente de outro banco, pesquisa pelos produtos e serviços desta segunda instituição. Ok, pesquisar é bom não é?
Mas, então, o outro gerente vem com soluções genéricas semelhantes ao do outro. Você não tem muita informação a respeito dos produtos e serviços. Contudo, deseja uma aplicação segura e benéfica ao seu patrimônio. Logo, pode se sentir forçado a “aproveitar” uma condição com menos taxas, e que assim pareça mais vantajosa.
Todavia, existe sim outro caminho para você. Um caminho fora dos bancos tradicionais. Um caminho menos burocrático, prático e com possibilidades de TAXAS ZERO. Sim, isso existe e não é mágica. Não é pirâmide. É legítimo e viabilizado pelos adventos da tecnologia. É o caminho da desbancarização.
O que é desbancarização?
Desbancarização é o movimento de migração de investimentos financeiros dos bancos tradicionais para outros tipos de instituições e plataformas. Já é comum nos EUA e na Europa e agora se populariza no Brasil. Segundo uma pesquisa da Locomotiva, 45 milhões de brasileiros não possuem conta bancária, movimentando R$ 817 bilhões na economia por ano.
Por outro lado, a desbancarização não significa retirar toda sua presença financeira dos bancos nacionais. Pois, a maioria ainda pode ser eficiente para pagamento de contas, recebimento de salário, saques e demais transações rotineiras.
Porém, quando se trata de investimento um pouco mais robusto, as instituições bancárias não oferecem muitas variedades de serviços financeiros. Além disso, as taxas dos grandes bancos, como Itaú, Bradesco, Santander, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, costumam ser mais altas, se comparadas a outras plataformas.
Assim, operações de câmbio, por exemplo, são mais interessantes e eficientes quando aplicadas em outras instituições. Nesse sentido, o ideal são correspondentes cambiais, corretoras de câmbio e bancos câmbios. Pois, fornecem assessoria especializada, autonomia e maiores rentabilidades nas operações. Continue lendo e confira os motivos para a desbancarização!
Assim, as principais instituições bancárias possuem modelos de negócios tradicionais. Desse modo, não equivalem às necessidades contemporâneas da era digital em que vivemos. Por exemplo, operações simples, como transferências eletrônicas, possuem taxas elevadas em bancos tradicionais. Enquanto isso, a maioria dos bancos digitais oferece o serviço de TED gratuita.
Nesse sentido, o mercado de fintechs cresce no mundo a fim de preencher lacunas que os bancos tradicionais não satisfazem.
Só para ilustrar, temos o serviço de remessas online e instantâneas da Pride One. Com ele, você pode enviar dinheiro dos EUA para o Brasil por apenas $4.99 e com excelente cotação, com limite de valor de 1.5 mil dólares americanos (USD). Em comparação com os bancos, as taxas para pequenas remessas podem variar de US$ 20 até US$ 100.
Por que desbancarizar suas operações cambias?
Além disso, especificamente no mercado cambial e remessas, bem como investimentos internacionais, podemos apontar pelo menos dois motivos principais para desbancarizar suas operações:
1. Maior acompanhamento das operações
É compreensível e até mesmo legítimo que você confie no seu gerente de banco. Sem dúvida, existem muitos profissionais idôneos e saibam prestar um bom atendimento. Porém, este profissional lida com milhares de clientes. Também está envolvido com diversas contas ao mesmo tempo e administra os produtos financeiros do banco o qual atua.
Pense um pouco no quanto o seu gerente pode estar sobrecarregado. Além disso, o gerente teria condições de oferecer a solução mais interessante para você, visto as poucas variedades de serviços que sua instituição bancária oferece? Mais ainda: será que seu gerente não está pelo menos um pouco comprometido com os interesses do banco o qual trabalha?
Por outro lado, uma consultoria focada em investimentos internacionais e com experiência em transações cambiais oferece assessoria personalizada. Além das variedades de produtos e serviços tanto em nível nacional quanto internacional, as fintechs como a Pride One oferecem menos burocracia e taxas competitivas.
Assim, o foco está completamente nos interesses do investidor. Seja uma pessoa física ou uma empresa. Dessa forma, os produtos e serviços são apresentados sob demanda, de acordo com cada perfil de cliente. Sim, com toda segurança, pois nos apoiamos em tecnologia de ponta para assegurar todas as operações. Por exemplo, utilizamos tecnologia blockchain e Ripple no nosso sistema de remessas.
Simples, rápido, seguro, sem burocracia. Ainda, um atendimento personalizado de quem realmente entende do assunto e está 100% comprometido com seus interesses. Estes são os diferenciais de quem experimenta a desbancarização.
2. Especialização em legalização cambial.
De maneira geral, o câmbio não é o core business dos bancos. Dessa forma, seu grau de especialidade em legislação cambial é insuficiente. O que pode resultar em equívocos de enquadramento legal das operações, acarretando graves prejuízos ao investidor.
Assim, por falta de conhecimento específico, o investidor fica descoberto em se tratando do âmbito legal. Desse modo, com assessoria incorreta, as consequências podem ser materializadas facilmente em passivos e perdas nas operações.
Logo, a desbancarização é ainda mais interessante e importante quando se trata de operações que requerem maior especialização e acompanhamento.
No caso operações cambiais, as corretoras de câmbio são a melhor opção. Pois, fornecem assistência mais eficiente e maior expertise legal. Assim, desbancarizar é mais vantajoso para pessoas e empresas que buscam diversificação e maior rentabilidade financeira.
Imagine que você aprendeu como fazer investimentos internacionais. Nesse meio tempo, viu que o hub de investimento no exterior está nos Estados Unidos. A partir daí, entendeu sobre bolsa de valores, investimento de crescimento de dividendos, o mercado imobiliário norte-americano e etc. Então, você começou a faturar significantemente e a se preocupar com o imposto sobre ganho de capital nos EUA.
De fato, quando começamos a alçar voos maiores, podemos nos deparar com novas dúvidas e responsabilidades que antes não existiam. Porém, o imposto sobre ganho de capital nos EUA pode ser mais fácil do que você pensa. Entenda o que você precisa com a Pride One!
O que você precisa saber do imposto sobre ganho de capital nos EUA
Em primeiro lugar, vale destacar que o recolhimento do imposto de ganhos no exterior é muito delicado. Desse modo, cada situação, cada pessoa, cada operação, exige uma atenção especial com o intuito de identificar a situação, qual foi o motivo gerador do imposto e etc.
Porém, existe uma situação em comum que atende 95% dos casos de recolhimento do imposto sobre ganhos de capital nos EUA. Assim, o exemplo que vamos apresentar aqui já vale para a maioria dos investidores.
Vejamos!
Imposto sobre ganho de capital como calcular?
De maneira geral, os investidores não residentes nos Estados Unidos não necessitam recolher imposto de ganho de capital nos EUA. Esses investidores são isentos desse imposto. Porém, para os residentes no Brasil, para os brasileiros que realizam da declaração de imposto de renda no país, existe uma regra específica do Banco Central do Brasil para o recolhimento de imposto de ganho de capital em moeda estrangeira.
Assim, toda operação que você realizar no EUA e resultar em um ganho de capital, é necessário recolher o imposto no Brasil, caso você seja um residente fiscal no Brasil.
O cálculo desse imposto é um pouco diferente do que estamos acostumados a calcular para operações que são realizadas no Brasil. Mas, não é nenhum bicho de sete cabeças, nada muito difícil de calcular. Existem apenas alguns detalhes que exigem um pouco mais de atenção.
Aqui, vamos simular o cálculo de recolhimento de imposto básico, para uma situação, que entendemos cobrir 95% das necessidades dos investidores.
Dessa forma, caso você julgue que a suas operações são diferenciadas, recomendados sempre consultar um especialista na área fiscal, ou um contador para obter orientação de como recolher seu imposto.
Simulação de uma operação fictícia
Então, vamos prosseguir com nossa simulação. Só para ilustrar, imagine que foram compradas 1000 ações da Pride One, no dia 02/01/2019 o custo da operação foi $ 54.320,00.
Fazendo uma conta simples, não considerem emolumentos e corretagem.
Então, vamos considerar encerar a operação após 20 dias, em 22/01/2019, com uma venda de $ 68.850,00. O que gera um lucro na operação de $ 14.530,00.
Então, como recolher esse imposto. Basta aplicar 15% nesse valor e pagar?
Não, é muito importante que você fique atento ao câmbio!
Nesse sentido, o Banco Central do Brasil deixa muito claro que não deseja saber o quanto custou para você enviar esse recurso para o investimento. Ou seja, Se você está tendo lucro com o câmbio. Não importa para o BC quantos reais você pagou nos dólares, se pagou 2, 3 ou 4 reais.
Acima de tudo, o interesse do Banco Central é saber a cotação da moeda no dia da operação. Nesse caso, o dólar.
Qual a cotação do dólar em 02/01/2019? E qual foi a cotação do dólar em 22/01/2019? São essa as cotações que você deve usar.
Você deve utilizar a cotação oficial, de VENDA do Banco Central do Brasil.
Então, você verá uma tabela de cotações dia a dia, com colunas da compra e venda. Importante: você deve utilizar a cotação da venda.
Assim, pegue no site do BC as cotações para esses dois dias. Em 02/01/2019 estava R$ 3.2729 e no dia 22/01/2019 estava R$ 3.2100.
Como calcular o lucro real da operação para a receita federal da Brasil?
Em resumo, basta transformar esses números em reais.
Só para exemplificar, pegamos $ 54.320,00 * R$ 3.2729 pela cotação oficial de 02/01/2019. Dessa maneira, o custo para montar a operação é de R$ 177.783,93.
Então, para o cálculo da venda realizada dessa operação, utilizamos os $ 68.850,00 *2 R$ 3.2100. A cotação do dia 22/01/2019 gerou uma venda de R$ 221.008,50.
Sendo assim, temos um lucro de R$ 43.224,57. Sobre o valor de R$ 43.224,57 aplicamos 15%. Desse modo, chegamos ao valor do imposto: R$ 6.843,69.
Como realizar o pagamento do imposto?
Em primeiro lugar, você precisará ir ao site do seu banco. Lá, ir à aba pagamento de impostos / DARF. Cada banco apresenta o serviço com uma nomenclatura diferente.
Dessa maneira, o próximo passo é o preenchimento da DARF, informando dados, como nome, CPF e demais solicitados. Depois, coloque o código 8523 na DARF: Ganho de Capital com Moeda Estrangeira, e declare o valor R$ 6.843,69 — que é o imposto devido para o fisco brasileiro, conforme nossa simulação hipotética.
Imposto sobre ganho de capital nos EUA: mais algumas informações importantes
Caso o total de venda que você fez no mês seja inferior a R$ 35.000,00 não é necessário recolher o imposto sobre ganho de capital nos EUA.
Veja que esse é um limite um pouco maior do que os R$ 20.000,00 que temos como limite para operações no Brasil. Por outro lado, a Receita Federal não permite que você realize a compensação de prejuízo para o mês posterior. Ou seja, você não consegue carregar prejuízo de operações em moeda estrangeira.
Só para exemplificar, imagine que nesse mês tive um prejuízo de R$ 100.000,00 realizando esse cálculo. Não consigo carregar para o mês seguinte. Não será possível no próximo mês ter esse benefício fiscal, para isenção de imposto de renda.
Para resumir:
Não podemos carregar prejuízos;
O limite de R$ 35.000,00 por mês é sobre o total de venda das operações;
Sempre considerar a cotação oficial do Banco Central do Brasil, cotação de venda, para cada dia das operações de compra e venda;
Recolhimento do imposto usando a DARF 8523 Ganho de Capital com Moeda Estrangeira.
E se for feita mais de uma cotação no mês?
Utilize a mesma regra. Calcule o lucro ou prejuízo de cada operação, utilizando as cotações dos dias que você fez as operações, quando abertas e encerradas as posições, calculando o NET.
Só para ilustrar, vamos supor que numa operação você teve lucro de R$ 50.000,00. Em outra, mais um lucro de R$ 10.000,00. Em uma terceira, um prejuízo de R$ 30.000,00.
Então, você irá calcular o imposto sobre R$ 30.000,00. Logo, irá aplicar 15% sobre R$ 30.000,00. Então, deverá preencher a DARF, fazer o pagamento e pronto! Você estará em dia com a Receita Federal no Brasil no que tange a essas operações.
Como citado anteriormente, essa simulação atende a grande maioria dos investidores que tem posições nos Estados Unidos.
Mas, fique atendo se você acredita que, de alguma forma, esse dinheiro em uso, esse dólar que você tem aqui nos Estados Unidos, tenha uma origem de pagamento de dividendo ou tenha uma origem diferenciada que não um câmbio direto do Brasil para os EUA.
Assim, caso precise fazer um cálculo diferenciado, recomendamos que você converse com um contador especializado na área. Essa será a melhor pessoa para entender seu caso a fim de auxilia-lo no recolhimento do imposto sobre ganho de capital nos EUA.
Portanto, de maneira resumida, se você não é residente nos Estados Unidos, deve declarar o seu imposto de renda no Brasil. Ou seja, você é isento do imposto de ganho de capital nos Estados Unidos, mas você precisa recolher o seu imposto de renda no Brasil, de acordo com a regra que apresentamos aqui.
Gostou das informações? Compartilhe com outros investidores e ajude-os a ficar em dia com seus impostos sobre ganhos no exterior!
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Carlos Augusto Founder / CEO – Pride One
Como continuar investindo em bolsas de valores? Confira!
Como continuar investindo em bolsas de valores? Confira!
O investidor de primeira viagem pode acabar se assustando com a queda nas bolsas de valores decorrente do coronavírus. Mas, acredite, você está passando por um teste. Agora, você pode até pensar se vale a pena continuar investindo em bolsa de valores. Mas, é nessa hora que dizemos: mantenha o curso, mantenha o curso, mantenha o curso e Keep Calm!
Por quê? Bem, bolsas de valores são um dos mecanismos de investimentos com maior potencial de retorno. Ao longo prazo, podem ser formas de agregar um patrimônio. Mesmo em tempo de crise! Por exemplo, investidores de crescimento em dividendos mantém o curso durante ondas de altas e baixas e conseguem obter bons resultados.
Então... você já passou do primeiro estágio! Já se aventurou nas bolsas de valores e viu como pode ser um ótimo negócio. Tudo bem refletir e se sentir em um dilema. Porém, antes de tomar a decisão de desistir das ações, continue lendo e veja por que você deve manter o curso e Keep Calm!
Keep Calm e mantenha o curso nas bolsas de valores
Em primeiro lugar, sabemos como pode ser fácil ficar ansioso nesse momento atual das bolsas de valores. Afinal, nenhum investidor deseja ver os índices de ações entrando no território do mercado em baixa, ver o saldo da sua conta cair vários pontos percentuais durante vários dias. Até podemos entender que seja uma situação única — o coronavírus— mas a sensação ainda é desconfortável.
Por outro lado, os investidores experientes sabem que agora é o momento de manter o rumo e avaliar oportunidades potenciais à medida que os ativos se tornam vendidos em excesso.
Dê uma olhada na ilustração de desempenho do mercado no longo prazo. Assim, você vai entender o motivo de manter um portfólio diversificado. E Keep Calm!
Maiores quedas do S&P 500 e desempenho após 12 meses:
A tabela acima detalha as últimas quedas do mercado de bolsas de valores, que remontam a 1987 — a Black Monday. Embora você ouça frequentemente sobre a magnitude do rebaixamento (números vermelhos), o que é menos discutido é o desempenho dos próximos 12 meses (ou os números verdes).
Se você observar com atenção, muitos dos melhores dias de negociação de todos os tempos ocorrem dentro de um mês dos piores dias de negociação. Logo, ficar de fora desses melhores dias pode ter um impacto no desempenho no longo prazo. Você quer ficar fora dessa?
O que fazer hoje
É tentador tentar cronometrar o mercado de bolsas de valores. Isso exige duas importantes decisões de cronograma, a saber: quando vender e quando comprar.
Porém, é possível fazer algo melhor hoje. O que o investidor inteligente faz é desenvolver uma carteira diversificada e especialmente focada em empresas de crescimentos de dividendos.
Consequentemente, este investidor tem condições de aproveitar oportunidades em meio a esse mercado de baixa. Assim, aumenta seu portfolio, agregando a sua receita recorrente de dividendos.
Mantenha a calma conosco!
Viver esses períodos de incerteza no mercado de bolsas de valores raramente é um exercício divertido. Mas, esses desafios ocorrem ocasionalmente. Logo, é importante manter a calma e manter o foco no longo prazo. Ondas vêm e ondas vão. Lembre, sempre teremos uma abordagem para investidor, não de especulador.
Se você deseja ser um investidor inteligente e enxergar as oportunidades atrás da crise, fale conosco. Podemos apontar a melhor direção para o seu curso.
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Carlos Augusto Founder / CEO – Pride One
Como internacionalizar uma empresa? Dúvidas respondidas
Como internacionalizar uma empresa? Suas dúvidas respondidas
O mercado internacional pode ser a resposta para o empreendedor que pretende expandir seus negócios e/ou fugir das desvantagens econômicas nacionais. Neste caso, muitos investidores começam a se perguntar como internacionalizar uma empresa.
Algumas incertezas podem surgir, mas com o direcionamento certo é possível inovar e investir no exterior de forma bem-sucedida. É exatamente isso que você verá ao longo deste artigo. Ao final da leitura, você será capaz de entender os passos principais para internacionalizar sua empresa. Confira!
Como internacionalizar uma empresa em 5 passos simplificados
Não são poucas empresas brasileiras que enxergam ótimas oportunidades de negócio no mercado externo. Poderíamos aqui citar vários exemplos de empresas bem sucedidas em diferentes segmentos.
Atuando em outros países, empresas mostram como é possível inovar e crescer, lucrando.
Quer ser como elas e descobrir como exportar o seu negócio? Leia abaixo os passos simplificados de como internacionalizar uma empresa e impulsione seu empreendimento!
Passo #1 – Autoanálise da empresa
Em primeiro lugar, você precisa fazer um diagnóstico atual da sua empresa. O seu empreendedorismo está pronto para alçar voos maiores? Para obter a resposta e fazer uma análise completa da sua empresa, você pode contar com apoio de especialistas em comércio exterior.
O Programa de Qualificação para Exportação (PEIEX), por exemplo, oferece diagnóstico gratuito para quem tem interesse na internacionalização de empresas brasileiras. Conhecendo os pontos fortes e de melhoria da sua organização, é hora de partir para o próximo passo.
Passo #2 – Planejamento estratégico
“A internacionalização dos nossos negócios é fruto de um longo planejamento estratégico (...)” — Lisiane Kunts, diretora executiva da Artecola Química.
Planejar é a chave do sucesso para sua atuação no mercado financeiro. Para comercializar seus produtos no exterior, você deve definir sua estratégia de lançamento e atuação no mercado internacional.
O seu planejamento precisa conter uma minuciosa pesquisa de mercado, prevendo riscos, conhecer a cultura do país estrangeiro, bem como os parâmetros legais de exportação para o determinado país.
É necessário definir também seus objetivos e indicadores chave de sucesso. O que você espera como retorno do seu investimento? Reflita e documente:
Por que exportar;
Para quem exportar;
Para onde exportar;
Quando exportar;
O que exportar.
Passo #3 – Adaptação do produto
Depois de buscar apoio com especialistas em comércio externo, definir sua estratégia e planejar suas ações, chegou o momento de adaptar seu produto ao mercado internacional.
Como você viu no planejamento de internacionalização das empresas, cada país tem suas particularidades, sua cultura e seus valores. Isso pode e deve impactar no seu produto.
Por isso, adapte a mercadoria de acordo com o mercado definido. Para isso, analise o design dos produtos concorrentes, seu posicionamento no mercado e como isso influencia na confecção dos seus produtos. Avalie, por exemplo, critérios como a embalagem da mercadoria.
Passo #4 – Definir o preço de exportação
Essa é outra dúvida frequente na hora de analisar como internacionalizar uma empresa. Como foi explicado em um artigo anterior sobre formação do preço de exportação, é crucial não confundir o preço do produto dentro do mercado interno com o preço de venda para o exterior.
Não basta simplesmente converter o valor do produto para o dólar — moeda mais utilizada em negociações internacionais. O cálculo para a definição do preço de exportação é um pouco mais complexa, envolvendo principalmente:
INCOTERM (termos internacionais de comércio);
Preço total da mercadoria no mercado interno (sem IPI);
Componentes do preço no mercado interno;
Componentes do preço na exportação;
Lucro desejado na exportação;
Taxa cambial.
Novamente, aqui pode ser necessário buscar apoio de especialistas no mercado de câmbio e exportação. Se tiver alguma dúvida, você pode escrever um e-mail para fln@prideone.online. Será um prazer responder às suas perguntas. 😉
Passo #5 – Acompanhar notícias do mercado financeiro
Seguindo os passos anteriores, para garantir o sucesso em seus novos negócios é essencial acompanhar notícias do mercado financeiro. Isso precisa ser feito em escala nacional, bem como internacional.
Para a saúde do seu investimento, mantenha-se informado sobre as variações cambiais, a possível alta do dólar e também o posicionamento de outras principais moedas no mercado financeiro.
Assim sendo, você está pronto para empreender no exterior. Na dúvida de como internacionalizar uma empresa, revise os passos salientados neste artigo, monte seu check-list e mantenha-se perseverante em montar um negócio em outro país.
Caso ainda não tenha se planejado para este ano, leia também o artigo sobre planejamento estratégico 2018. Sucesso a todos os empreendedores brasileiros!
#eusouprideone #iamprideone
Carlos Augusto Founder / CEO – Pride One
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