Como fazer investimentos internacionais: Primeiros Passos

Como fazer investimentos internacionais: Primeiros Passos

Rendimentos mais interessantes, redução de riscos, variedades de entradas de faturamento e garantia de melhor qualidade de vida para sua aposentadoria. Quem não deseja cada uma desses itens nas suas finanças? Ao acompanhar os conteúdos da Pride One, você já deve ter percebido que os investimentos internacionais representam a melhor chance de conseguir não apenas uma dessas questões, mas todas elas em conjunto.

Ao investir nos EUA, por exemplo, você tem a oportunidade de aplicar no hub do mercado mundial. Assim, poderá direcionar seus aportes em território americano e ao mesmo tempo em outros mercados significativos, tanto na Europa quanto também na Ásia.

Então, avaliando a instabilidade política e econômica do nosso país, que já mudou de moeda diversas vezes, passou por discrepâncias e tem um histórico inflacionário crítico, você se dá conta que precisa investir no exterior para garantir um futuro melhor para você e sua família.

Mas, quais seriam os primeiros passos? Como fazer investimentos internacionais? Como aproveitar todas as potencialidades norte-americanas? Acompanhe e aprenda com a Pride One!

Quais os primeiros passos para fazer investimentos internacionais

Agora que você já sabe por que diversificar investimentos em outros países e que os EUA funcionam como um hub para essa diversificação internacional, o próximo passo é providenciar a abertura de uma conta em uma corretora americana.

Você pode até imaginar que isso seja difícil. De fato, no passado, era mais complicado. 

Porém, atualmente, com os adventos da tecnologia, tudo ficou é facilitado. Hoje, é possível abrir sua conta de uma maneira 100% eletrônica, sem precisar enviar nenhum documento nesse primeiro momento. Apenas é necessário ter uma cópia de algum documento de identidade, preferencialmente um passaporte ou CNH, pois ambos constam prazo de validade e um comprovante de endereço.

O que considerar para seus investimentos internacionais

Antes de tudo, você pode optar por abrir uma conta em seu nome, uma conta pessoa física. A vantagem dessa escolha é a simplicidade. Assim, você ganha rapidez. 

Por outro lado, a desvantagem de abrir a conta nome de pessoa física, na sua pessoa somente, é a existência do imposto de transmissão no EUA, que fica ente 40% a 50%, em caso de falecimento. 

Esse é um imposto que passa a contar a partir de USD 70k na maior parte dos estados. A maneira de resolver esse problema é abrir uma conta conjunta. Ou seja, uma conta específica que é chamada de Accounts With a Right of Survivorship. 

Então, você abre esta conta pessoa física, só para ilustrar, com o seu filho ou sua esposa. Ou seja, alguém de sua confiança. Desse modo, se uma das partes vier a falecer, a pessoa em conjunto na conta fica com os valores depositados.

Outra possibilidade é abrir uma conta em nome de uma pessoa jurídica. Em outras palavras, de uma empresa. Qual que é a vantagem? A uma vantagem tributária. 

Abrindo em nome de uma pessoa jurídica, você somente precisa pagar impostos sobre os ganhos auferidos, quando houver a distribuição de lucros dessa empresa. Antes disso, não. Como resultado, você tem uma vantagem tributária.

A empresa deve ser constituída fora do Brasil, ou nos EUA ou em outro país mesmo, como BVI, Panamá e etc.

Essas são as possibilidades para você analisar antes de abrir sua conta.

Conta Pessoa Física X Conta Pessoa Jurídica

Se você abrir a conta em nome da pessoa física, individual ou numa conta conjunta, será necessário recolher o carnê leão, com os ganhos auferidos mensalmente. O ganho de capital.

Então, a leitura é a seguinte: prazo até o final do mês posterior para recolher o imposto. 

Para a pessoa jurídica há um custo envolvido de abertura e manutenção da empresa. Em minha experiência como CEO da Pride One, considero que só vale a pena pensar na abertura de uma pessoa jurídica a partir de aproximadamente USD 50k de investimento

Menos que isso, a solução seria uma conta conjunta para fugir do imposto de transmissão aqui nos EUA.

Em seguida, você pode começar a buscar uma corretora. Confira!

Encontrando uma corretora americana para investimentos internacionais

Em primeiro lugar, você deve encontrar uma corretora que aceita clientes estrangeiros. Em breve, vamos disponibilizar uma lista delas. 

Por ora, imagine que a corretora foi selecionada. A partir daí, você vai até o site da empresa e preenche um cadastro, que é muito parecido no Brasil, quando você abre uma conta na corretora brasileira.

Após um login e senha, seu nome, endereço e alguns poucos dados que são solicitados, será necessário fazer o upload dos documentos no formato eletrônico – pdf, jpg ou outos. 

Geralmente, depois do cadastro, a conta estará aberta entre 24 horas ou até 72 horas.

Realizada a abertura da conta na corretora EUA, você precisa enviar os recursos, para poder alocar os investimentos. 

Tudo isso é mais fácil hoje do que no passado. Esse envio pode ser enviado por meio do seu próprio banco. Nesse sentido, a maioria dos bancos conta com uma corretora de câmbio. Além de existir as corretoras independentes. 

Essas corretoras independentes usualmente oferecem taxas melhores que os grandes bancos e a burocracia é reduzida.

Por exemplo, a Pride One é especialista em serviços de câmbio e remessas internacionais, sendo correspondente cambial registrado no Banco Central do Brasil.

Então, para realizar essa transação, você precisa fazer um cadastro nessa corretora de câmbio. A maioria dos bancos não solicita esse cadastro, pois como correntista, você já possui cadastro na instituição. Todavia, como citamos aqui anteriormente, a taxa e sread são mais elevados. Além disso, em vários bancos você será direcionado para uma plataforma online, com baixo suporte e sem possibilidade de negociação de taxa ou spread.

Desse modo, o caminho mais rápido, menos burocrático e econômico é realizar o seu cadastro na corretora de câmbio. Após finalizar esse cadastro, você é capaz de realizar a operação em 4 passos simples. Veja só:

Passo #1

Entre em contato com a Pride One solicitando uma demanda, tanto para envio quanto recebimento de dinheiro para qualquer lugar do mundo. Nossa equipe vai guiar você ao longo das próximas etapas.

Passo #2

Realize o cadastro com a instituição financeira indicada pela Pride One. Mas, pode ficar tranquilo que será tudo de maneira fácil e ágil. Apresentaremos a melhor solução de acordo com sua necessidade

Passo #3

Em seguida, o terceiro passo para aplicar seus investimentos internacionais é acessar a mesa de operações a fim de realizar o fechamento da operação de câmbio.

A diferença dos bancos para uma corretora como a Pride One é mais evidente nessa etapa. Pois, conosco, você terá atendimento personalizado e as melhores condições do mercado

A Ted dos Reais é feita por você logo após essa etapa. 

Passo #4

Esta é a fase de confirmação da operação. Você receberá o e-mail do contrato de câmbio e Swift da operação, garantindo o envio ou chegada do dinheiro com mais transparência e agilidade. Ou através da plataforma 100% online para remessas até US 3.000 de disponibilidade

Geralmente, o dinheiro aparece na conta aqui nos EUA em 24 horas. Então, é um processo simples. 


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Como as transações funcionam

Assim, quando você desejar realizar saque da corretora americana, a operação inversa é ainda mais simples.  

Na própria corretora você pede um saque, através do seu Dashboard no site da corretora, e o deposito é direcionado para a sua conta cadastrada, seja no seu banco no Brasil ou em banco nos EUA, caso você possua. 

Então é um processo parecido com um processo de abertura de conta em uma corretora no Brasil, bem como de transferência de recurso para essa corretora e saque do recurso para a sua conta cadastrada. Porém tudo é feito em outro país.

Dependendo da corretora que você escolher, todo o processo será em inglês ou espanhol. 

Se você tiver dificuldades com o idioma estrangeiro, é possível usar algumas ferramentas, com o Google Translate, por exemplo. Para a maior parte dos casos de investimentos internacionais, as traduções são simples. Desse modo, essa ferramenta geralmente é suficiente para você entender todo o processo.

Segurança

Beleza! Parece tudo simples, ágil e prático. (E realmente é)!

Mas, então, você pode começar a se perguntar: “será que é seguro enviar esses recursos assim?” “Afinal, qual a segurança do sistema financeiro do EUA?”.

De maneira geral, é um sistema muito seguro. Mesmo em um momento crítico, como a crise em 2008não teve nenhum investidor que perdeu dinheiro por quebra de uma corretora ou uma instituição financeira

Sem dúvida, alguns investidores perderam dinheiro. Mas porque os investimentos eram ruins, não por quebra de alguma instituição.

Além disso, existe um seguro da entidade que regula o mercado, similar ao Fundo Garantidor de Crédito no Brasil, que é o FDIC: Federal Deposit Insurance Corporation. O FDIC garante USD 250k por usuário, por instituição. 

Algumas intuições têm seguros adicionais, mas as maiores instituições são bastante consistentes. Então, o risco é limitado.

Obviamente, tem a questão da custódia. As ações compradas ficam em seu nome. Eventualmente, se houve a quebra de uma instituição, isso não envolve as ações que estão em seu nome — esse é outro aspecto importante a considerar.

De uma maneira geral o sistema é bastante seguro, bastante consistente.

Passo a passo resumido

Então, para resumir, os passos para investir fora do país são: abertura de conta, transferência de recurso, operações e, eventualmente, transferência de recurso de volta, se assim você desejar. Ao longo desse processo, terá também pagamento de impostos, que abordaremos em outro conteúdo.Gostou de aprender um pouco mais sobre como realizar investimentos internacionais?

Se ficou alguma dúvida, fale conosco e forneceremos a melhor orientação para o seu caso.

#eusouprideone #iamprideone

Carlos Augusto
Founder / CEO – Pride One

Por que diversificar investimentos em outros países?

Por que diversificar investimentos em outros países?

“É só isso que meu dinheiro rendeu em um ano?!” — É a pergunta que a maioria das pessoas fazem ao calcularem os seus “ganhos” com a poupança ou outra renda fixa, que tem rendido apenas entre 3% - 4% ao ano. Então, começa a ficar claro por que diversificar os investimentos.

Porém, mais do que obter melhores rendimentos e fazer o seu dinheiro trabalhar para você, diversificar também é importante para assegurar seu patrimônio. Principalmente, em um país como o Brasil, cuja moeda já mudou várias vezes.

Assim, além de diversificar sua carteira de investimentos, é super importante diversificar investindo em países com moedas mais fortes, como os EUA, por exemplo.

Quer saber mais por que diversificar investimentos e investir no exterior? Aprenda agora com a Pride One!

Por que diversificar investimentos fora do Brasil

Em primeiro lugar, temos a questão do risco.

De fato, corremos um risco maior quando concentramos nossos recursos em uma única moeda. Afinal, o futuro é incerto, não é verdade?

Ainda mais em se tratando do Brasil.

Você consegue lembrar quantas vezes nossa moeda já mudou? Ou, quantas crises econômicas, políticas e sociais já vivenciamos?

Relembrando nossa história

Tivemos nossa independência em 1822. Nesse meio tempo o Brasil teve dez moedas! Vamos contar?

Enfim... Uma série de volatilidades que são geradas por vários motivos.

Mais recentemente, passamos por uma crise dessas. Pela segunda vez, depois de 20 anos, tivemos o impeachment de uma presidente. Consequentemente, lidamos com uma grande instabilidade econômica

Só para exemplificar, vivemos novamente uma onda de populismo, com uma tentativa de gerar votos por meio de uma prosperidade não sustentável.

Ou seja, não faltam exemplos de situações que desestabilizam nossos mercados e nossa moeda

Nesse meio tempo, o mercado de ações caiu bastante, a economia ficou comprometida, o Dólar e outras moedas internacionais subiram em relação ao Real e por aí vai!

A solução é diversificar com estratégia

Nós nunca sabemos qual país apresentará o melhor resultado. Ou o que acontecerá no futuro. Por isso é interessante diversificar os investimentos entre os países do globo, visando economias mais fortes, ficando de olho às mudanças mundiais.

Por exemplo, os EUA são ótimos para começar a colocar essa estratégia em prática. Diferentemente do Brasil, os EUA têm um histórico centenário de instituições sólidas, bem como respeito aos investidores.

O país tem o que chamam de row of the law. Ou seja, a lei vale para todos, é efetivamente cobrada e cumprida, de uma maneira geral. E isso também acontece no mundo financeiro

Nesse sentido, nos EUA o nível de governança corporativa é muito mais alto. A intervenção do Estado na economia é muito menor. Finalmente, vemos nesse cenário um histórico de mais de 200 anos de respeito ao investidor.

Só para ilustrar, temos a IBM - stock ticker (IBM); ano de fundação 1911, 3M - stock ticker (MMM); fundação 1902, e Coca-Cola - stock ticker (KO); fundada em 1886. Pagadores de dividendos crescentes e interruptos durante 20, 61 e 57 anos respectivamente. Falaremos mais sobre dividendos, nos próximos conteúdos. Então, fique ligado!

EUA e além!

A partir dos EUA, nós temos acesso a praticamente todos os mercados. Isso justifica por que diversificar investimentos em moeda norte-americana.

Pois, nós conseguimos operar através de ações ou ETF’s, (Exchange Traded Fund), em qualquer país do mundo, acessando outras bolas de valores. Na Europa, e até mesmo na Ásia. 

Então, os EUA acabam sendo um hub do mercado mundial. Lá, conseguimos fazer qualquer operação e diversificar investimentos não apenas em dólar, não apenas em empresas, em bonds americanos também.

Vencendo a incerteza

Voltando à questão da incerteza, gostaria de trazer dois exemplos reais. 

Aqui de Orlando, onde estou produzindo esse conteúdo, conheci duas situações de como a diversificação pode ser a diferença entre ter algum patrimônio ou não ter nada. Um deles é positivo, e outro, é negativo

Vamos lá...

Juan

Primeiramente, vamos meditar sobre o caso agudo que foi a Venezuela.

Há cerca de 30 anos atrás, esse era um país mais rico que o Brasil. Só para ilustrar, seu PIB - per capita era muito maior que o do Brasil.

Por outro lado, depois da ocorrência de governos populistas na Venezuela, a nação se viu em destruição econômica, o que acabou com o mercado financeiro do país. 

Quem tinha recursos lá, acabou perdendo tudo

Foi o caso de um conhecido meu, o Sr. Juan.

Dono de uma indústria na Venezuela, Juan tinha um patrimônio de mais de US$ 20 M. Hoje, vive e trabalha nos EUA fazendo serviços de manutenção predial e residencial, tentando pagar a contas, enfim, sobrevier.

Juan tem uma vida digna, mas está muito longe do patrimônio e padrão de vida que um dia teve na Venezuela, antes da crise.

Xavier

Por outro lado, também conheci o argentino Sr. Xavier. 

Ao contrário de Juan, Xavier aproveitou seus recursos e o bom momento do seu país para investir no mercado imobiliário dos EUA. Assim, comprou alguns imóveis comerciais na Flórida.

Isso foi antes da crise se acentuar na Argentina, que culminou no corralito, em 2001. Mas, como diversificou seus investimentos, Xavier conseguiu manter uma parte do seu patrimônio intocada

Desse modo, teve uma base para reconstruir sua vida de uma maneira muito mais tranquila nos EUA.

Viu por que diversificar investimentos em outros países é fundamental para a segurança financeira?

A Argentina, até hoje, segue com a economia lastimável. Mas, Xavier foi capaz de se proteger e manter certo padrão de vida. 

Logo, investir internacionalmente pode ter um alto impacto no seu bem-estar futuro. Ou melhor, a garantia desse bem-estar.

Voltando o olhar para o Brasil

Não quero dizer com tudo isso que o Brasil irá passar por uma situação como da Venezuela, por exemplo. De fato, esta é uma situação pouco provável na nossa realidade. Mas, não 100% descartável! 

Acima de tudo, fica evidente que não temos como ter certeza do que atingirá uma nação.

Nós não sabemos exatamente o que irá acontecer no futuro e por isso é muito importante fazer essa diversificação.

Outro aspecto que podemos comprovar matematicamente é a curva de capital quando temos uma carteira diversificada. 

Um país como o Brasil, por conta dos motivos que já apresentamos, apresenta mais volatilidade. Consequentemente, é comum que os preços subam mais do que no mercado americano de ações, nos momentos de mercado de alta. Então, quando caem, caem mais, nos períodos de mercados de baixa.

Falando da carteira de investimentos, isso gera uma curva de capital bem acidentada. Por outro lado, se colocarmos outro ativo menos volátil na carteira, no final, a nossa carteira vai se movimentar menos. Ou seja, apresentar menos volatilidade.

Isso significa ter uma rentabilidade maior no longo prazo, lidando assim com uma volatilidade menor.

Ora, é tudo que nos queremos para o nosso patrimônio investido, não concorda?


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Vamos diversificar investimentos juntos?

Quem você quer ser no final das contas: Juan ou Xavier?

Enquanto você se pergunta por que diversificar investimentos em outros países, um grande risco cerca seus recursos. Você vai pagar para ver o que acontece?

Infelizmente, o Brasil é um país que apresenta o pior nível de diversificação internacional. 99% dos investidores brasileiros concentram os seus investimentos apenas em território nacional. 

Em contra partida, nos EUA, esse índice chega a 62%. Na Alemanha, chega a 58%. 

Logo, essa concentração de investimentos é cultural dos brasileiros. Até porque, no passado, era mais difícil investir fora do país.

Mas hoje a situação é outra! Você tem todo suporte necessário para garantir a segurança do seu patrimônio financeiro.

Conte com a Pride One e vamos implementar a estratégia certa para seus recursos!

#eusouprideone #iamprideone

Carlos Augusto
Founder / CEO – Pride One