Economia compartilhada: o que é e como se beneficiar dela

Economia compartilhada: o que é e como se beneficiar dela

Você já pesquisou sobre como reduzir custos e a ociosidades? Se sim, é possível que tenha encontrado o termo economia compartilhada. Mas, você sabe o que isso significa? Como o consumo colaborativo funciona e como se beneficiar desta tendência mundial? Descubra isso e mais neste artigo.

O que é economia compartilhada

A economia compartilhada se baseia em compartilhar o uso e/ou a aquisição de serviços e/ou produtos. A ideia é dividir bens, infraestrutura e serviços com outras pessoas com necessidades comuns a fim de economizar financeiramente e também em termos de tempo e sustentabilidade. Assim, evita-se ociosidade e gastos excessivos.

Pode parecer complexo e até mesmo utópico. Mas a economia colaborativa é tendência no mundo e no País. Se você pensa em internacionalizar sua empresa e atuar na exportação de serviços, vale a pena estudar o tema. Pois, as projeções apontam que a economia compartilhada movimentará mundialmente US$ 335 bilhões até 2025. No Brasil, a economia de compartilhamento tem o potencial de contribuir com mais de 30% do PIB do setor de serviços.

Achou interessante? Quer entender como a economia compartilhada funciona e como pode contribuir para seu negócio? Continue a leitura e confira!


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Como funciona a economia compartilhada

A economia compartilhada ou consumo colaborativo funciona como um novo modelo econômico e social. Sua origem se dá em contraste ao hiperconsumismo vivenciado no até os anos finais da década de 2000. Esta nova economia inovou e transformou o mercado, mudando conceitos tradicionais e antiquados. Para entender melhor como ela funciona, veja abaixo alguns exemplos práticos:

Exemplos de consumo colaborativo

Os escritórios compartilhados ou coworking são exemplos de consumo colaborativo que têm crescido no mercado nacional e no exterior. Baseiam-se em compartilhamento de espaços e recursos de escritórios entre empresas e microempreendedores. Isso possibilita uma redução significativa de gastos operacionais. Além de diminuir consideravelmente a burocracia na hora de abrir seu negócio.

Quando pensamos na exportação de produtos e serviços, os escritórios virtuais no modelo de coworking são meios viáveis de iniciar seu negócio no exterior. Pois toda a operação pode ser feita no Brasil tendo o seu endereço internacional nesse espaço compartilhado. É uma dica interessante para quem pretende abrir empresa na Flórida, por exemplo.  

A carona é outro exemplo de economia compartilhada que tem sido adotada pelos brasileiros e mundialmente. A ideia se resume em dividir o mesmo veículo com pessoas cujo trajeto é comum entre si. Isso funciona tanto para viagens quanto para o caminho diário até o trabalho.

Outras aplicações de bens compartilhados são as bicicletas, scooters e guarda-chuvas, comuns nas grandes capitais. O objetivo é que o mesmo recurso seja utilizado por diversas pessoas em ocasiões diferentes, apenas quando uma ou outra necessitar. Essa nova forma de consumo é possibilitada, principalmente, pela tecnologia. A era dos aplicativos impulsionou os ideais da economia compartilhada. Leia mais a seguir.

Os aplicativos de economia compartilhada

Os maiores exemplos de apps de economia compartilhada são o Airbnb e o Uber. O primeiro diz respeito a um sistema de aluguel de acomodações que funciona na casa das pessoas. Atua em mais de 190 países e tem desafiado o setor de hotelaria.

O segundo caso, o famoso Uber, é um tipo de app carona ou compartilhamento de viagens. O sistema tem polemizado e impactado o setor de táxi em muitas cidades do Brasil.

Como se beneficiar da economia de compartilhamento, afinal

Neste artigo, você viu o que é a economia compartilhada e conheceu exemplos práticos de utilização. Como apontado, essa é uma tendência global. Agora, basta saber se beneficiar dele.

Para isso, o networking é fundamental. A comunicação e o relacionamento com pessoas é o primeiro passo para compartilhar produtos e serviços. Adote um modelo de negócio capaz de integrar pessoas certas no momento certo, com necessidades comuns às suas.

Reflita sobre a possibilidade de utilizar um coworking, utilize a tecnologia adequada, como os aplicativos de compartilhamento, prezando sempre pela segurança e economia. Logo, você terá benefícios como tarifas reduzidas, menos burocracias e mais agilidade no seu dia-a-dia.

Espero que as dicas tenham sido úteis. Caso precise de alguma ajuda para desfrutar dos benefícios da economia compartilhada para a internacionalização da sua empresa, entre em contato e vamos conversar sobre suas necessidades.

#eusouprideone #iamprideone

Carlos Augusto
Founder / CEO – Pride One

Como internacionalizar uma empresa? Dúvidas respondidas

Como internacionalizar uma empresa? Suas dúvidas respondidas

O mercado internacional pode ser a resposta para o empreendedor que pretende expandir seus negócios e/ou fugir das desvantagens econômicas nacionais. Neste caso, muitos investidores começam a se perguntar como internacionalizar uma empresa.

Algumas incertezas podem surgir, mas com o direcionamento certo é possível inovar e investir no exterior de forma bem-sucedida. É exatamente isso que você verá ao longo deste artigo. Ao final da leitura, você será capaz de entender os passos principais para internacionalizar sua empresa. Confira!

Como internacionalizar uma empresa em 5 passos simplificados

Não são poucas empresas brasileiras que enxergam ótimas oportunidades de negócio no mercado externo. Poderíamos aqui citar vários exemplos de empresas bem sucedidas em diferentes segmentos.

Atuando em outros países, empresas mostram como é possível inovar e crescer, lucrando.

Quer ser como elas e descobrir como exportar o seu negócio? Leia abaixo os passos simplificados de como internacionalizar uma empresa e impulsione seu empreendimento!

Passo #1 – Autoanálise da empresa

Em primeiro lugar, você precisa fazer um diagnóstico atual da sua empresa. O seu empreendedorismo está pronto para alçar voos maiores? Para obter a resposta e fazer uma análise completa da sua empresa, você pode contar com apoio de especialistas em comércio exterior.

O Programa de Qualificação para Exportação (PEIEX), por exemplo, oferece diagnóstico gratuito para quem tem interesse na internacionalização de empresas brasileiras. Conhecendo os pontos fortes e de melhoria da sua organização, é hora de partir para o próximo passo.

Passo #2 – Planejamento estratégico

“A internacionalização dos nossos negócios é fruto de um longo planejamento estratégico (...)” — Lisiane Kunts, diretora executiva da Artecola Química.

Planejar é a chave do sucesso para sua atuação no mercado financeiro. Para comercializar seus produtos no exterior, você deve definir sua estratégia de lançamento e atuação no mercado internacional.

O seu planejamento precisa conter uma minuciosa pesquisa de mercado, prevendo riscos, conhecer a cultura do país estrangeiro, bem como os parâmetros legais de exportação para o determinado país.

É necessário definir também seus objetivos e indicadores chave de sucesso. O que você espera como retorno do seu investimento? Reflita e documente:

Passo #3 – Adaptação do produto

Depois de buscar apoio com especialistas em comércio externo, definir sua estratégia e planejar suas ações, chegou o momento de adaptar seu produto ao mercado internacional.

Como você viu no planejamento de internacionalização das empresas, cada país tem suas particularidades, sua cultura e seus valores. Isso pode e deve impactar no seu produto.

Por isso, adapte a mercadoria de acordo com o mercado definido. Para isso, analise o design dos produtos concorrentes, seu posicionamento no mercado e como isso influencia na confecção dos seus produtos. Avalie, por exemplo, critérios como a embalagem da mercadoria.


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Passo #4 – Definir o preço de exportação

Essa é outra dúvida frequente na hora de analisar como internacionalizar uma empresa. Como foi explicado em um artigo anterior sobre formação do preço de exportação, é crucial não confundir o preço do produto dentro do mercado interno com o preço de venda para o exterior.

Não basta simplesmente converter o valor do produto para o dólar — moeda mais utilizada em negociações internacionais. O cálculo para a definição do preço de exportação é um pouco mais complexa, envolvendo principalmente:

Novamente, aqui pode ser necessário buscar apoio de especialistas no mercado de câmbio e exportação. Se tiver alguma dúvida, você pode escrever um e-mail para fln@prideone.online. Será um prazer responder às suas perguntas. 😉

Passo #5 – Acompanhar notícias do mercado financeiro

Seguindo os passos anteriores, para garantir o sucesso em seus novos negócios é essencial acompanhar notícias do mercado financeiro. Isso precisa ser feito em escala nacional, bem como internacional.

Para a saúde do seu investimento, mantenha-se informado sobre as variações cambiais, a possível alta do dólar e também o posicionamento de outras principais moedas no mercado financeiro.

Assim sendo, você está pronto para empreender no exterior. Na dúvida de como internacionalizar uma empresa, revise os passos salientados neste artigo, monte seu check-list e mantenha-se perseverante em montar um negócio em outro país.

Caso ainda não tenha se planejado para este ano, leia também o artigo sobre planejamento estratégico 2018. Sucesso a todos os empreendedores brasileiros!

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Carlos Augusto
Founder / CEO – Pride One