Um relato profundo sobre o custo emocional de viver no Brasil, marcado por impostos altos, insegurança jurídica, inversão de valores e desgaste psicológico diário.

Viver no Brasil exige muito mais do que resiliência. Exige tolerância ao caos, indiferença ao absurdo e um tipo de força emocional que, em algum momento, começa a cobrar um preço alto demais.
Por anos, tentei ficar. Tentei acreditar. Tentei reconstruir.
Mas chega um ponto em que percebemos uma verdade dolorosa:
"não é a vontade de partir que nos empurra para fora, e sim a impossibilidade de permanecer".
E esse texto é justamente isso: uma análise — e também um relato — sobre o que significa amar o Brasil, mas não conseguir mais viver nele.
As pessoas costumam acreditar que quem vai embora do Brasil está apenas atrás de um salário maior, um moeda mais forte ou uma vida mais confortável.
Mas antes de qualquer mudança física, existe uma jornada invisível — emocional.
É o desgaste de viver em um lugar onde:
Você sai para trabalhar sem saber se volta.
Paga impostos sem saber para onde o dinheiro vai.
Faz planos sabendo que podem ruir de um dia para o outro.
Isso adoece. Isso cansa. Isso corrói.
E, aos poucos, você percebe:
"ficar cobrou muito mais de você do que partir jamais cobraria".
O Brasil tem uma das cargas tributárias mais altas do mundo — e uma das menores entregas em retorno.
Parece uma equação impossível:
É como se o governo tratasse o empreendedor como inimigo e o trabalhador como caixa eletrônico.
Você trabalha, produz e paga — enquanto vê:
"É um ambiente que não recompensa o mérito.
Recompensa a resistência — até que ela acaba".
Empreender no Brasil é viver em guerra contra o próprio país.
Você luta contra:
Não existe previsibilidade.
Não existe estabilidade.
Não existe incentivo.
Quem produz é tratado como suspeito.
Quem gera emprego é punido com burocracia.
Quem tenta inovar, desiste pelo cansaço.
E depois ainda dizem que “o brasileiro não empreende porque não quer”.
"Não. O brasileiro empreende apesar do Brasil — e paga caro por isso".
Aproximadamente 94 milhões de brasileiros recebem atualmente algum tipo de assistência social.
Em um país com população economicamente ativa de cerca de 106 milhões, isso significa uma coisa alarmante: mais gente depende do Estado do que consegue se sustentar através do próprio trabalho.
O assistencialismo em si não é o problema — há famílias que realmente precisam.
O problema é quando ele se torna política permanente, não solução temporária.
E, pior: assistencialismo virou moeda eleitoral.
Quanto mais pessoas dependem do Estado, mais poder o Estado tem.
E mais frágil se torna a liberdade individual.
O resultado é um país onde:
"Isso destrói qualquer economia — e qualquer país que queira prosperar".
Todo país tem disputas políticas.
Mas no Brasil, não estamos falando de divergência de ideias — e sim de projeto de poder.
Ver a esquerda retomar o controle do país, colocando generais e oficiais atrás das grades, ao mesmo tempo em que corruptos e criminosos são soltos, cria uma sensação perigosa: a de que não existe justiça — existe conveniência.
É como se o país tivesse regredido anos em poucos meses.
E isso afeta diretamente a saúde mental de qualquer cidadão que acredita em:
Não é questão de direita ou esquerda.
"É questão de ver o Estado se transformando em instrumento partidário".
E quando o Estado vira arma, o cidadão vira alvo.

Esse talvez seja o ponto mais doloroso emocionalmente.
Nos últimos anos, o Brasil passou a tratar o criminoso como vítima da sociedade e o cidadão honesto como culpado por “não entender a realidade social”.
É um discurso que se espalhou:
De repente:
É uma leitura distorcida da realidade que transforma o mundo em uma grande desculpa para quem escolhe o caminho do crime.
E isso destrói a esperança, porque:
"um país onde a lei não protege os inocentes não é país — é território sem regras".
Por muito tempo, tentei fazer parte da solução.
Trabalhei, empreendi, criei projetos, gerei empregos, investi em pessoas.
Mas o ambiente se tornava cada vez mais hostil.
Comecei a perceber que, por mais que eu me esforçasse, o Brasil sempre exigia mais: mais paciência, mais resiliência, mais luta, mais sacrifício.
E, mesmo assim, nada melhorava.
Foi nesse contexto que comecei a estudar a possibilidade do EB-2 NIW, o visto americano voltado a profissionais com habilidades excepcionais ou impacto significativo.
Não foi fácil.
Não foi rápido.
Não foi cercado de glamour.
Foi um processo carregado de:
Mas também foi o momento em que compreendi algo fundamental:
"não era sobre buscar o sonho americano — era sobre escapar do pesadelo brasileiro".
A cada documento enviado, eu não via apenas um pedido de ingresso em outro país.
Eu via uma tentativa de preservar minha saúde mental, minha dignidade e meu futuro.
Existe um instante, quase invisível, em que tudo muda.
Para mim, não foi um escândalo político específico, nem um imposto novo, nem uma crise econômica.
Foi o acúmulo do acúmulo.
O cansaço do cansaço.
A dor da tentativa interminável.
Foi a constatação de que:
"ficar estava me custando mais do que qualquer mudança jamais custaria".
E, quando entendi isso, percebi que partir não era fuga — era sobrevivência.
Eu cresci acreditando na promessa do Brasil:
Mas também vivi o outro lado:
E, no final, fiquei preso entre dois Brasis:
"o que eu amava — e o que eu já não suportava viver".
Quando olho para trás, vejo um Brasil de sonhos — e um Brasil de cicatrizes.
Passei anos tentando permanecer, tentando construir, tentando acreditar.
E cada tentativa deixou marcas, não de derrota, mas de exaustão.
Saiu do Brasil com o coração pesado, mas com a convicção de que mereço viver com dignidade, respeito e oportunidade.
Se você, como eu, sente o peso de ficar — saiba que sua dor é legítima.
Sua angústia é compreensível.
Sua decisão, seja ela qual for, merece respeito.
E se decidir partir, que seja por escolha consciente, não por desespero.
Se decidir ficar, que seja com coragem — mas também com exigência.
Porque nós amamos o Brasil.
Mas amar não basta quando ficar dói demais.
E, acima de tudo:
"nenhum cidadão deveria se sentir obrigado a escolher entre amar seu país e preservar sua sanidade emocional".
Até a próxima!
#eusouprideone #iamprideone
Carlos Augusto
Founder / CEO – Pride One
Um relato profundo sobre o custo emocional de viver no Brasil, marcado por impostos altos, insegurança jurídica, inversão de valores e desgaste psicológico diário.
A Pride One Solutions LLC cria uma tesouraria em Bitcoin e Ethereum e lança o Pride One DeFi Treasury Advisory, unindo Wall Street e DeFi em um modelo de advisory institucional com custódia 100% do cliente.
Carlos Augusto, seu parceiro em câmbio, remessas e investimentos internacionais. Soluções seguras e eficientes com a Pride One.
Invista nos EUA a partir de US$20.000 com Pride One: 100% online, seguro e em português. Proteja seu patrimônio em bancos americanos de elite.






